Ansiedade: tratamento eficaz pode levar a remissão dos sintomas

A Ansiedade Generalizada é frequente no mundo todo e, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é um dos mais afetados. Embora o preconceito com transtornos psiquiátricos leve muitas pessoas as postergar a busca por ajuda especializada, a evolução nas formas de tratamento do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) mostra que as chances de recuperação são bem altas.

O médico psiquiatra Cyro Masci relata que “um estudo recente da Universidade de Toronto, Canadá, com mais de duas mil pessoas diagnosticadas com Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) e publicado no Journal of Affective Disorders, demonstrou que a recuperação é possível, até mesmo para pessoas que sofriam há muitos anos, antes de procurar ajuda”.

E os números, segundo Masci, são encorajadores. “72% dos canadenses com histórico de TAG, que buscaram tratamento adequado, ficaram livres dessa condição há pelo menos um ano. Dessas pessoas, 40 % estavam em excelente estado de saúde mental e quase 60 % não tiveram outros transtornos psiquiátricos. Em outras palavras, os números encorajam otimismo com as novas formas de tratamento”.

Cyro Masci destaca que o tratamento ideal deve incluir medidas não apenas medicamentosas, mas de orientação e suporte social. Segundo Masci, “o estudo canadense constatou que indivíduos que possuíam ao menos uma pessoa nas suas vidas que pudesse atuar como um confidente, levando sensação de segurança emocional e bem-estar, tinham três vezes mais chances de ter níveis excelente de saúde mental do que aquelas pessoas que não podiam contar com uma fonte de amparo.”

Segundo Masci, a religiosidade também ajuda. “Não se trata de abraçar esta ou aquela religião específica, mas de retirar o foco da atenção dos próprios problemas e voltar-se para alguma coisa que aumente a crença numa força superior. O estudo canadense relacionou a prática religiosa ou espiritual para enfrentar as dificuldades do dia a dia, com aumento em 36 % nas chances de melhora na saúde mental, do que nas pessoas sem crença alguma. Esses dados são consistentes com diversos outros estudos internacionais”.

Assim como existem fatores que favorecem a saúde mental, existem situações que dificultam. Cyro Masci destaca que “problemas de saúde física, história passada de depressão, insônia e limitações funcionais são fatores que dificultam a recuperação e que devem ser abordados e considerados no tratamento do Transtorno de Ansiedade“.

O médico refere que “o estudo canadense destacou ser o tratamento ideal e mais eficaz aquele que favorece o pertencimento social e aborda problemas de saúde física nos planos de tratamento, fatos que médicos experientes já levavam em consideração, mas não estavam com a importância demonstrada tão claramente”.

Segundo Masci, “no estudo canadense, o resultado de tratamentos bem conduzidos mostrou que, mesmo entre aquelas pessoas que sofriam de ansiedade há uma década ou mais, metade estava em remissão dos sintomas e um quarto já gozava de excelente saúde mental e bem-estar. Uma ótima notícia para nós no Brasil, já que, segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 9,3 % da população brasileira sofre de ansiedade e 5,8% é portadora de depressão. Os dados de pesquisa trazem otimismo e esperança”, finaliza Cyro Masci.

O médico psiquiatra Cyro Masci relata que “um estudo recente da Universidade de Toronto, Canadá, com mais de duas mil pessoas diagnosticadas com Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) e publicado no Journal of Affective Disorders, demonstrou que a recuperação é possível, até mesmo para pessoas que sofriam há muitos anos, antes de procurar ajuda”.

E os números, segundo Masci, são encorajadores. “72% dos canadenses com histórico de TAG, que buscaram tratamento adequado, ficaram livres dessa condição há pelo menos um ano. Dessas pessoas, 40 % estavam em excelente estado de saúde mental e quase 60 % não tiveram outros transtornos psiquiátricos. Em outras palavras, os números encorajam otimismo com as novas formas de tratamento”.

Cyro Masci destaca que o tratamento ideal deve incluir medidas não apenas medicamentosas, mas de orientação e suporte social. Segundo Masci, “o estudo canadense constatou que indivíduos que possuíam ao menos uma pessoa nas suas vidas que pudesse atuar como um confidente, levando sensação de segurança emocional e bem-estar, tinham três vezes mais chances de ter níveis excelente de saúde mental do que aquelas pessoas que não podiam contar com uma fonte de amparo.”

Segundo Masci, a religiosidade também ajuda. “Não se trata de abraçar esta ou aquela religião específica, mas de retirar o foco da atenção dos próprios problemas e voltar-se para alguma coisa que aumente a crença numa força superior. O estudo canadense relacionou a prática religiosa ou espiritual para enfrentar as dificuldades do dia a dia, com aumento em 36 % nas chances de melhora na saúde mental, do que nas pessoas sem crença alguma. Esses dados são consistentes com diversos outros estudos internacionais”.

Assim como existem fatores que favorecem a saúde mental, existem situações que dificultam. Cyro Masci destaca que “problemas de saúde física, história passada de depressão, insônia e limitações funcionais são fatores que dificultam a recuperação e que devem ser abordados e considerados no tratamento do Transtorno de Ansiedade“.

O médico refere que “o estudo canadense destacou ser o tratamento ideal e mais eficaz aquele que favorece o pertencimento social e aborda problemas de saúde física nos planos de tratamento, fatos que médicos experientes já levavam em consideração, mas não estavam com a importância demonstrada tão claramente”.

Segundo Masci, “no estudo canadense, o resultado de tratamentos bem conduzidos mostrou que, mesmo entre aquelas pessoas que sofriam de ansiedade há uma década ou mais, metade estava em remissão dos sintomas e um quarto já gozava de excelente saúde mental e bem-estar. Uma ótima notícia para nós no Brasil, já que, segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 9,3 % da população brasileira sofre de ansiedade e 5,8% é portadora de depressão. Os dados de pesquisa trazem otimismo e esperança”, finaliza Cyro Masci.

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