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Ansiedade: abordagens não convencionais se integram ao tratamento do transtorno

Médico psiquiatra destaca a importância da Medicina Integrativa na abordagem dos transtornos de ansiedade.

Ansiedade: abordagens não convencionais se integram ao tratamento do transtorno

No Brasil, 9,3 % da população sofre de ansiedade, transtorno que engloba problemas como a ansiedade generalizada, fobias, pânico ou estresse pós-traumático. Os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) colocam o país na liderança do ranking mundial. Trata-se de um índice três vezes maior que a média mundial.

O tratamento mais conhecido e bem estudado para o problema engloba medicação psiquiátrica, em geral antidepressivos específicos, e psicoterapia cognitiva comportamental. No entanto, segundo o médico psiquiatra Cyro Masci, é possível associar abordagens não convencionais ao tratamento.

“Essa é a essência da medicina integrativa“, explica o médico, “integrar, associar ao tratamento convencional abordagens alternativas ou complementares”. E as vantagens são muitas, afirma Cyro Masci.

“Em primeiro lugar, evita-se ou tenta-se reduzir os efeitos colaterais das medicações convencionais. Muitas pessoas simplesmente não toleram esses efeitos, e medidas que possam reduzir o problema são sempre bem-vindas”, destaca o médico.

As formas de tratamento que a medicina integrativa associa ao método convencional são variadas e podem ser divididas, grosso modo, em medicamentosas e não-medicamentosas.

Entre as formas não-medicamentosas, de acordo com Cyro Masci, estão atividades como respiração monitorada, relaxamento induzido, ioga ou simplesmente uma boa e vigorosa caminhada.

Quanto aos medicamentos, o médico destaca que nem sempre conseguem substituir os antidepressivos convencionais, mas que podem auxiliar o quadro numa tentativa de, ao menos, reduzir a quantidade de medicação convencional.

Medicação não convencional

Cyro Masci exemplifica com o uso de fitoterápicos. “A fitoterapia, ou medicina herbária, utiliza concentrados de vegetais com esse fim, sendo interessante destacar que seus melhores efeitos são obtidos quando os extratos são associados. A fitoterapia utiliza o princípio da sinergia entre os componentes, a associação de vários componentes potencializa o efeito final”, explica.

Também medicamentos homeopáticos podem ser benéficos. Segundo o médico, “a ultradiluição de compostos naturais tem o potencial de modular, harmonizar as reações do organismo, o que favorece as nossas capacidades de autorrecuperação”.

O psiquiatra enfatiza a necessidade de que o tratamento seja conduzido por médico. “Não é porque um medicamento é natural que é desprovido de efeitos colaterais. Além disso, vários compostos podem interferir na ação de medicamentos convencionais, sendo imprescindível considerar as interações entre essas formas de tratamento”, adverte.

Cyro Masci lembra que essa abordagem é amplamente aceita no mundo todo como uma forma de medicina eficaz. “Uma busca rápida no Google por Integrative Medicine, o inglês é a linguagem oficial nas pesquisas, irá revelar vários cursos de pós-graduação para médicos. Vários países já adotam essa abordagem oficialmente, como os Estados Unidos, que possui uma das agências governamentais do nosso equivalente ao Ministério da Saúde, o National Center for Complementary and Integrative Health, inteiramente dedicada a essa abordagem”.

Afinal, como destaca Cyro Masci, todo esforço médico deve ser no sentido de não apenas combater os sintomas de uma doença, mas abordar cada pessoa única em seus aspectos biológicos, emocionais e sociais com medidas que provoquem o menor desconforto possível e facilitem o retorno ao equilíbrio e bem-estar. “O que é altamente desejável em grande parte das enfermidades, especialmente as psiquiátricas, que são denominadas de ‘transtorno’, e não ‘doença’, exatamente por terem vários fatores atuando no seu desencadeamento”, conclui o médico psiquiatra.

Na imprensa:

No Brasil, 9,3 % da população sofre de ansiedade, transtorno que engloba problemas como a ansiedade generalizada, fobias, pânico ou estresse pós-traumático. Os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) colocam o país na liderança do ranking mundial. Trata-se de um índice três vezes maior que a média mundial.

O tratamento mais conhecido e bem estudado para o problema engloba medicação psiquiátrica, em geral antidepressivos específicos, e psicoterapia cognitiva comportamental. No entanto, segundo o médico psiquiatra Cyro Masci, é possível associar abordagens não convencionais ao tratamento.

“Essa é a essência da medicina integrativa“, explica o médico, “integrar, associar ao tratamento convencional abordagens alternativas ou complementares”. E as vantagens são muitas, afirma Cyro Masci.

“Em primeiro lugar, evita-se ou tenta-se reduzir os efeitos colaterais das medicações convencionais. Muitas pessoas simplesmente não toleram esses efeitos, e medidas que possam reduzir o problema são sempre bem-vindas”, destaca o médico.

As formas de tratamento que a medicina integrativa associa ao método convencional são variadas e podem ser divididas, grosso modo, em medicamentosas e não-medicamentosas.

Entre as formas não-medicamentosas, de acordo com Cyro Masci, estão atividades como respiração monitorada, relaxamento induzido, ioga ou simplesmente uma boa e vigorosa caminhada.

Quanto aos medicamentos, o médico destaca que nem sempre conseguem substituir os antidepressivos convencionais, mas que podem auxiliar o quadro numa tentativa de, ao menos, reduzir a quantidade de medicação convencional.

Medicação não convencional

Cyro Masci exemplifica com o uso de fitoterápicos. “A fitoterapia, ou medicina herbária, utiliza concentrados de vegetais com esse fim, sendo interessante destacar que seus melhores efeitos são obtidos quando os extratos são associados. A fitoterapia utiliza o princípio da sinergia entre os componentes, a associação de vários componentes potencializa o efeito final”, explica.

Também medicamentos homeopáticos podem ser benéficos. Segundo o médico, “a ultradiluição de compostos naturais tem o potencial de modular, harmonizar as reações do organismo, o que favorece as nossas capacidades de autorrecuperação”.

O psiquiatra enfatiza a necessidade de que o tratamento seja conduzido por médico. “Não é porque um medicamento é natural que é desprovido de efeitos colaterais. Além disso, vários compostos podem interferir na ação de medicamentos convencionais, sendo imprescindível considerar as interações entre essas formas de tratamento”, adverte.

Cyro Masci lembra que essa abordagem é amplamente aceita no mundo todo como uma forma de medicina eficaz. “Uma busca rápida no Google por Integrative Medicine, o inglês é a linguagem oficial nas pesquisas, irá revelar vários cursos de pós-graduação para médicos. Vários países já adotam essa abordagem oficialmente, como os Estados Unidos, que possui uma das agências governamentais do nosso equivalente ao Ministério da Saúde, o National Center for Complementary and Integrative Health, inteiramente dedicada a essa abordagem”.

Afinal, como destaca Cyro Masci, todo esforço médico deve ser no sentido de não apenas combater os sintomas de uma doença, mas abordar cada pessoa única em seus aspectos biológicos, emocionais e sociais com medidas que provoquem o menor desconforto possível e facilitem o retorno ao equilíbrio e bem-estar. “O que é altamente desejável em grande parte das enfermidades, especialmente as psiquiátricas, que são denominadas de ‘transtorno’, e não ‘doença’, exatamente por terem vários fatores atuando no seu desencadeamento”, conclui o médico psiquiatra.

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1998 – 2021 © Dr. Cyro Masci (CREMESP: 39126 | RQE CFM: 9738) • Médico Psiquiatra • Abordagem Integrativa

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