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Ansiedade e solução de desafios é uma herança ancestral

Agora que ninguém está olhando, confesse! A maioria de nós adora resolver problemas. De preferência não aqueles de dificílima solução, preferimos os baixa complexidade, com maiores possibilidades de ser resolvido em pouco tempo e sem muito esforço. Gostamos de problemas, mas também gostamos de sucesso!

E o que nos faz assim? Na verdade, esse comportamento é uma herança que trazemos de nossos antepassados, é uma memória fisiológica que nos acompanha desde o nascimento.

A história da humanidade é a história do enfrentamento de desafios. E só sobreviveu a esses desafios quem possuía um sistema de vigilância bastante apurado. Resultado: trazemos desde o nosso nascimento um sistema de vigilância, de alarme a perigos, bastante sofisticado, que garantiu a sobrevivência de nossos ancestrais.

Ansiedade e solução de desafios é uma herança ancestral 2Imagine as dificuldades dos nossos ancestrais ao ter que enfrentar diariamente desafios como animais ferozes, falta de comida, ameaça de terremotos, de incêndios, alagamentos e assim por diante. As dificuldades daquela época eram completamente diferentes das de hoje em dia, mas a nossa civilização avançou em velocidade maior que as mudanças no nosso organismo. Possuímos um sistema de defesa extremamente eficiente para situações de risco físico, como a ameaça de um atropelamento ou outra situação hostil, mas muito pouco ou nada eficiente nas dificuldades que só apareceram no nosso tempo, como problemas no trabalho, dificuldades de relacionamento com pessoas, enfim, todas as situações do nosso dia a dia.

A situação começa a se complicar, porque nós experimentamos as mesmas sensações que só deveriam existir em situações de risco físico. O sistema especializado em responder a ameaças do nosso cérebro simplesmente não consegue diferenciar o perigo de uma situação concreta de risco de vida com uma dificuldade (mais sutil) da vida atual. Ele age exatamente como nos nossos ancestrais.

Cada vez que seu sistema de respostas a ameaças do cérebro “achar” que você está em perigo, imediatamente, de maneira automática e instintiva, irá modificar seu corpo para “lutar ou fugir” do inimigo potencial. Essa reação de luta ou fuga basicamente tentará fazer com que seus músculos respondam prontamente, que sua atenção fique mais aguçada, que você tenha uma reserva extra de energia, enfim, que esteja preparado para um combate. O resultado dessa alteração é o que chamamos de ansiedade aguda.

A realidade biológica é que nosso corpo tenta aumentar nossas chances de sobrevivência às ameaças que nossos ancestrais enfrentavam, nos deixando ligados, preocupados, preparados, atentos. E ansiosos!
O resultado pode gerar uma certa postura, digamos existencial, de um bombeiro. O que o bombeiro mais gosta é de apagar incêndios. É o tipo de postura que se encontra em quem está administrando problemas agudos. Durante situações de crise, o bombeiro é muito eficiente. As dificuldades começam a aparecer quando essa mesma postura se estende a outras situações.

Quem só consegue agir como bombeiro, em geral não agüenta ficar muito tempo preso a isso ou àquilo. Possui uma ansiedade que é diminuída com ações rápidas e eficazes. Quanto maior a conseqüência do problema enfrentado, maior o prêmio por ter resolvido.

Uma sensação que acontece com as pessoas que agem assim é que o tempo parece voar, além de existir a clara certeza de que se realizou coisas, o que em geral é verdade. A conclusão é que para grande número de pessoas, agir como bombeiro é agradável e gratificante.

A ansiedade generalizada pode aparecer em quem se escraviza nessa área, tornando-se um administrador de crises em tempo integral, um apagador de incêndios que nunca se preocupa em prevenir o aparecimento de novos problemas. Mais grave que isso, muitas vezes se surpreende colocando fogo em situações calmas para poder agir da maneira que está mais acostumado e em que se sai melhor.

Não se trata de abandonar inteiramente essa postura, já que ela pode ser muito útil em situações de crise. Crise é excitante, como constatamos num filme de aventura ou uma montanha russa. É também um modo artificial de se provocar uma melhora da autoestima. Afinal, chegar e salvar a situação do desastre é um modo de se conseguir aplausos. Se você é do tipo que não consegue ficar sem crises, saiba que esse também pode ser um sintoma de ansiedade.

É preciso muito cuidado, pois freqüentemente quem age como bombeiro, ainda que de modo despercebido, com freqüência provoca os incêndios que tanto gosta de dominar.

Quem passa grande parte de seu tempo criando problemas para depois resolvê-los deve manter um controle rigoroso de seu planejamento, descondicionando-se aos poucos da ansiedade, do hábito de colocar fogo para sentir o calor e a emoção de apagá-lo. As pessoas vão respeitá-lo mais, sua reputação vai melhorar, seu desempenho irá subir e você terá uma vida bem mais saudável.

Ansiedade e solução de desafios é uma herança ancestral

Agora que ninguém está olhando, confesse! A maioria de nós adora resolver problemas. De preferência não aqueles de dificílima solução, preferimos os baixa complexidade, com maiores possibilidades de ser resolvido em pouco tempo e sem muito esforço. Gostamos de problemas, mas também gostamos de sucesso!

E o que nos faz assim? Na verdade, esse comportamento é uma herança que trazemos de nossos antepassados, é uma memória fisiológica que nos acompanha desde o nascimento.

A história da humanidade é a história do enfrentamento de desafios. E só sobreviveu a esses desafios quem possuía um sistema de vigilância bastante apurado. Resultado: trazemos desde o nosso nascimento um sistema de vigilância, de alarme a perigos, bastante sofisticado, que garantiu a sobrevivência de nossos ancestrais.

Ansiedade e solução de desafios é uma herança ancestral 2

Imagine as dificuldades dos nossos ancestrais ao ter que enfrentar diariamente desafios como animais ferozes, falta de comida, ameaça de terremotos, de incêndios, alagamentos e assim por diante. As dificuldades daquela época eram completamente diferentes das de hoje em dia, mas a nossa civilização avançou em velocidade maior que as mudanças no nosso organismo. Possuímos um sistema de defesa extremamente eficiente para situações de risco físico, como a ameaça de um atropelamento ou outra situação hostil, mas muito pouco ou nada eficiente nas dificuldades que só apareceram no nosso tempo, como problemas no trabalho, dificuldades de relacionamento com pessoas, enfim, todas as situações do nosso dia a dia.

A situação começa a se complicar, porque nós experimentamos as mesmas sensações que só deveriam existir em situações de risco físico. O sistema especializado em responder a ameaças do nosso cérebro simplesmente não consegue diferenciar o perigo de uma situação concreta de risco de vida com uma dificuldade (mais sutil) da vida atual. Ele age exatamente como nos nossos ancestrais.

Cada vez que seu sistema de respostas a ameaças do cérebro “achar” que você está em perigo, imediatamente, de maneira automática e instintiva, irá modificar seu corpo para “lutar ou fugir” do inimigo potencial. Essa reação de luta ou fuga basicamente tentará fazer com que seus músculos respondam prontamente, que sua atenção fique mais aguçada, que você tenha uma reserva extra de energia, enfim, que esteja preparado para um combate. O resultado dessa alteração é o que chamamos de ansiedade aguda.

A realidade biológica é que nosso corpo tenta aumentar nossas chances de sobrevivência às ameaças que nossos ancestrais enfrentavam, nos deixando ligados, preocupados, preparados, atentos. E ansiosos!
O resultado pode gerar uma certa postura, digamos existencial, de um bombeiro. O que o bombeiro mais gosta é de apagar incêndios. É o tipo de postura que se encontra em quem está administrando problemas agudos. Durante situações de crise, o bombeiro é muito eficiente. As dificuldades começam a aparecer quando essa mesma postura se estende a outras situações.

Quem só consegue agir como bombeiro, em geral não agüenta ficar muito tempo preso a isso ou àquilo. Possui uma ansiedade que é diminuída com ações rápidas e eficazes. Quanto maior a conseqüência do problema enfrentado, maior o prêmio por ter resolvido.

Uma sensação que acontece com as pessoas que agem assim é que o tempo parece voar, além de existir a clara certeza de que se realizou coisas, o que em geral é verdade. A conclusão é que para grande número de pessoas, agir como bombeiro é agradável e gratificante.

A ansiedade generalizada pode aparecer em quem se escraviza nessa área, tornando-se um administrador de crises em tempo integral, um apagador de incêndios que nunca se preocupa em prevenir o aparecimento de novos problemas. Mais grave que isso, muitas vezes se surpreende colocando fogo em situações calmas para poder agir da maneira que está mais acostumado e em que se sai melhor.

Não se trata de abandonar inteiramente essa postura, já que ela pode ser muito útil em situações de crise. Crise é excitante, como constatamos num filme de aventura ou uma montanha russa. É também um modo artificial de se provocar uma melhora da autoestima. Afinal, chegar e salvar a situação do desastre é um modo de se conseguir aplausos. Se você é do tipo que não consegue ficar sem crises, saiba que esse também pode ser um sintoma de ansiedade.

É preciso muito cuidado, pois freqüentemente quem age como bombeiro, ainda que de modo despercebido, com freqüência provoca os incêndios que tanto gosta de dominar.

Quem passa grande parte de seu tempo criando problemas para depois resolvê-los deve manter um controle rigoroso de seu planejamento, descondicionando-se aos poucos da ansiedade, do hábito de colocar fogo para sentir o calor e a emoção de apagá-lo. As pessoas vão respeitá-lo mais, sua reputação vai melhorar, seu desempenho irá subir e você terá uma vida bem mais saudável.

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