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Portadores de ansiedade levam até 16 anos para buscar ajuda, diz pesquisa

Portadores de ansiedade levam até 16 anos para buscar ajuda, diz pesquisa

Portadores de ansiedade levam até 16 anos para buscar ajuda, diz pesquisa

O Brasil é o campeão mundial de ansiedade. Os dados são da Organização Mundial de Saúde, apontando que o problema atinge 9,3 % da população. Ou seja, praticamente uma a cada 10 pessoas. A título de comparação, a média mundial é de 3,6 %, pouco mais de um terço dos números brasileiros.

Portadores de ansiedade levam até 16 anos para buscar ajuda, diz pesquisa

Segundo o médico psiquiatra Cyro Masci, o problema pode ter consequências ainda piores com o atraso no reconhecimento da doença e demora em procurar a ajuda de um profissional. De acordo com o especialista, pesquisa da Universidade de Harvard constatou que pessoas com quadro agudo e graves de ansiedade levam algo em torno de 7 anos para buscar auxílio médico. Quando os quadros são mais leves, o tempo é ainda maior. A demora pode chegar a 16 anos.

“O fundamental é que a ansiedade seja reconhecida e receba atenção profissional adequada o mais cedo possível, tanto pelo potencial das complicações futuras, como depressão, dores crônicas ou abuso de substâncias químicas, quanto pelas decisões pessoais e profissionais equivocadas que podem levar a consequências indesejadas”, alerta Cyro Masci, especialista em psiquiatria que trabalha com ansiedade, síndrome do pânico, fadiga e burnout há mais de 20 anos.

Masci lembra que a ansiedade, para ser considerada um transtorno, deve atrapalhar de modo significativo as atividades do dia a dia. Mas, segundo o médico, mesmo quadros mais brandos merecem atenção. “O problema afeta a capacidade de julgamento e tomada de decisões”, diz ele e exemplifica: “Pessoas ansiosas percebem com mais velocidade mudanças nas expressões faciais de parentes, amigos e colegas, porém, costumam ser bem menos precisos na interpretação dessas alterações, tirando conclusões apressadas e reagindo de modo inadequado”, explica.

Isso, segundo Cyro Masci, pode gerar tensão e mal-entendidos nas relações sociais ou de trabalho. “O problema pode ser resumido na própria essência da ansiedade”, afirma.

Mas o que é ansiedade?

“O que chamamos de ansiedade é a tomada de consciência de que nosso cérebro ativou as áreas responsáveis pelo que a neurociência chama de ‘Resposta a Ameaças’. Como qualquer ser vivo, possuímos sistemas de defesa que detectam perigos e colocam nosso corpo em condições de enfrentamento”, ensina o médico psiquiatra.

“O problema é que as áreas responsáveis por esse sistema de defesa podem se desregular, e aí o meio ambiente passa a ser interpretado de modo incorreto. É como um avião que está com seus sensores desregulados, informando aos pilotos dados sobre a velocidade, o vento ou a altitude de modo incorreto. As chances de ocorrer um erro e até um acidente aumentam muito”, alerta Cyro.

Estilo de vida X ansiedade

O especialista afirma que o estilo de vida pode afetar a ansiedade. E um dos principais vilões é a cafeína “Apesar do nome, este estimulante químico não está apenas no café. Está presente também em chás e refrigerantes, especialmente os de cola”, avisa Masci.

Calma. Não há necessidade de suspender totalmente a ingestão dos produtos, mas sim, aumentar o intervalo de ingestão entre as doses dessas bebidas. “Assim, o organismo terá uma chance de se recuperar, eliminando a cafeína “. Um dos conselhos do psiquiatra é não ingerir a cafeína depois das 16h, 17h, caso tenha problemas de sono, para que seu organismo se recupere da dose de estimulante ingerida.

Rir é uma ótima saída

Estímulos alarmantes, como o próprio nome indica, induzem as regiões do cérebro relacionadas à ansiedade. Um bom exemplo são os filmes com violência gratuita. “Fuja deles. Um trabalho que se tornou clássico demonstrou que pessoas com doença crônica melhoram ao assistir filmes bem-humorados, como uma comédia ou um desenho animado. Rir anula a sensação de perigo. Procure assistir a esse tipo de filme no lugar dos violentos e assustadores”, recomenda Cyro Masci.

Existem ainda outros tipos de estímulos que podem facilitar a ansiedade. “Redes sociais, jornal, revista, televisão tentam sequestrar sua atenção com notícias alarmantes e previsões catastróficas, já que nosso cérebro é naturalmente propenso a prestar atenção a sinais de perigo no meio ambiente. A recomendação é essa: selecione criteriosamente aquilo que vai ‘entrar na sua cabeça’, fazendo um jejum de catástrofes”, orienta o médico psiquiatra.

Segundo o médico psiquiatra Cyro Masci, o problema pode ter consequências ainda piores com o atraso no reconhecimento da doença e demora em procurar a ajuda de um profissional. De acordo com o especialista, pesquisa da Universidade de Harvard constatou que pessoas com quadro agudo e graves de ansiedade levam algo em torno de 7 anos para buscar auxílio médico. Quando os quadros são mais leves, o tempo é ainda maior. A demora pode chegar a 16 anos.

“O fundamental é que a ansiedade seja reconhecida e receba atenção profissional adequada o mais cedo possível, tanto pelo potencial das complicações futuras, como depressão, dores crônicas ou abuso de substâncias químicas, quanto pelas decisões pessoais e profissionais equivocadas que podem levar a consequências indesejadas”, alerta Cyro Masci, especialista em psiquiatria que trabalha com ansiedade, síndrome do pânico, fadiga e burnout há mais de 20 anos.

Masci lembra que a ansiedade, para ser considerada um transtorno, deve atrapalhar de modo significativo as atividades do dia a dia. Mas, segundo o médico, mesmo quadros mais brandos merecem atenção. “O problema afeta a capacidade de julgamento e tomada de decisões”, diz ele e exemplifica: “Pessoas ansiosas percebem com mais velocidade mudanças nas expressões faciais de parentes, amigos e colegas, porém, costumam ser bem menos precisos na interpretação dessas alterações, tirando conclusões apressadas e reagindo de modo inadequado”, explica.

Isso, segundo Cyro Masci, pode gerar tensão e mal-entendidos nas relações sociais ou de trabalho. “O problema pode ser resumido na própria essência da ansiedade”, afirma.

Mas o que é ansiedade?

“O que chamamos de ansiedade é a tomada de consciência de que nosso cérebro ativou as áreas responsáveis pelo que a neurociência chama de ‘Resposta a Ameaças’. Como qualquer ser vivo, possuímos sistemas de defesa que detectam perigos e colocam nosso corpo em condições de enfrentamento”, ensina o médico psiquiatra.

“O problema é que as áreas responsáveis por esse sistema de defesa podem se desregular, e aí o meio ambiente passa a ser interpretado de modo incorreto. É como um avião que está com seus sensores desregulados, informando aos pilotos dados sobre a velocidade, o vento ou a altitude de modo incorreto. As chances de ocorrer um erro e até um acidente aumentam muito”, alerta Cyro.

Estilo de vida X ansiedade

O especialista afirma que o estilo de vida pode afetar a ansiedade. E um dos principais vilões é a cafeína “Apesar do nome, este estimulante químico não está apenas no café. Está presente também em chás e refrigerantes, especialmente os de cola”, avisa Masci.

Calma. Não há necessidade de suspender totalmente a ingestão dos produtos, mas sim, aumentar o intervalo de ingestão entre as doses dessas bebidas. “Assim, o organismo terá uma chance de se recuperar, eliminando a cafeína “. Um dos conselhos do psiquiatra é não ingerir a cafeína depois das 16h, 17h, caso tenha problemas de sono, para que seu organismo se recupere da dose de estimulante ingerida.

Rir é uma ótima saída

Estímulos alarmantes, como o próprio nome indica, induzem as regiões do cérebro relacionadas à ansiedade. Um bom exemplo são os filmes com violência gratuita. “Fuja deles. Um trabalho que se tornou clássico demonstrou que pessoas com doença crônica melhoram ao assistir filmes bem-humorados, como uma comédia ou um desenho animado. Rir anula a sensação de perigo. Procure assistir a esse tipo de filme no lugar dos violentos e assustadores”, recomenda Cyro Masci.

Existem ainda outros tipos de estímulos que podem facilitar a ansiedade. “Redes sociais, jornal, revista, televisão tentam sequestrar sua atenção com notícias alarmantes e previsões catastróficas, já que nosso cérebro é naturalmente propenso a prestar atenção a sinais de perigo no meio ambiente. A recomendação é essa: selecione criteriosamente aquilo que vai ‘entrar na sua cabeça’, fazendo um jejum de catástrofes”, orienta o médico psiquiatra.

Dr Cyro Masci - autor 1
Autor: Dr. Cyro Masci
CREMESP 39126
Psiquiatra RQE CFM 9738
Psiquiatria Integrativa

Portadores de ansiedade levam até 16 anos para buscar ajuda, diz pesquisa

Portadores de ansiedade levam até 16 anos para buscar ajuda, diz pesquisa

Portadores de ansiedade levam até 16 anos para buscar ajuda, diz pesquisa

O Brasil é o campeão mundial de ansiedade. Os dados são da Organização Mundial de Saúde, apontando que o problema atinge 9,3 % da população. Ou seja, praticamente uma a cada 10 pessoas. A título de comparação, a média mundial é de 3,6 %, pouco mais de um terço dos números brasileiros.

Portadores de ansiedade levam até 16 anos para buscar ajuda, diz pesquisa

Segundo o médico psiquiatra Cyro Masci, o problema pode ter consequências ainda piores com o atraso no reconhecimento da doença e demora em procurar a ajuda de um profissional. De acordo com o especialista, pesquisa da Universidade de Harvard constatou que pessoas com quadro agudo e graves de ansiedade levam algo em torno de 7 anos para buscar auxílio médico. Quando os quadros são mais leves, o tempo é ainda maior. A demora pode chegar a 16 anos.

“O fundamental é que a ansiedade seja reconhecida e receba atenção profissional adequada o mais cedo possível, tanto pelo potencial das complicações futuras, como depressão, dores crônicas ou abuso de substâncias químicas, quanto pelas decisões pessoais e profissionais equivocadas que podem levar a consequências indesejadas”, alerta Cyro Masci, especialista em psiquiatria que trabalha com ansiedade, síndrome do pânico, fadiga e burnout há mais de 20 anos.

Masci lembra que a ansiedade, para ser considerada um transtorno, deve atrapalhar de modo significativo as atividades do dia a dia. Mas, segundo o médico, mesmo quadros mais brandos merecem atenção. “O problema afeta a capacidade de julgamento e tomada de decisões”, diz ele e exemplifica: “Pessoas ansiosas percebem com mais velocidade mudanças nas expressões faciais de parentes, amigos e colegas, porém, costumam ser bem menos precisos na interpretação dessas alterações, tirando conclusões apressadas e reagindo de modo inadequado”, explica.

Isso, segundo Cyro Masci, pode gerar tensão e mal-entendidos nas relações sociais ou de trabalho. “O problema pode ser resumido na própria essência da ansiedade”, afirma.

Mas o que é ansiedade?

“O que chamamos de ansiedade é a tomada de consciência de que nosso cérebro ativou as áreas responsáveis pelo que a neurociência chama de ‘Resposta a Ameaças’. Como qualquer ser vivo, possuímos sistemas de defesa que detectam perigos e colocam nosso corpo em condições de enfrentamento”, ensina o médico psiquiatra.

“O problema é que as áreas responsáveis por esse sistema de defesa podem se desregular, e aí o meio ambiente passa a ser interpretado de modo incorreto. É como um avião que está com seus sensores desregulados, informando aos pilotos dados sobre a velocidade, o vento ou a altitude de modo incorreto. As chances de ocorrer um erro e até um acidente aumentam muito”, alerta Cyro.

Estilo de vida X ansiedade

O especialista afirma que o estilo de vida pode afetar a ansiedade. E um dos principais vilões é a cafeína “Apesar do nome, este estimulante químico não está apenas no café. Está presente também em chás e refrigerantes, especialmente os de cola”, avisa Masci.

Calma. Não há necessidade de suspender totalmente a ingestão dos produtos, mas sim, aumentar o intervalo de ingestão entre as doses dessas bebidas. “Assim, o organismo terá uma chance de se recuperar, eliminando a cafeína “. Um dos conselhos do psiquiatra é não ingerir a cafeína depois das 16h, 17h, caso tenha problemas de sono, para que seu organismo se recupere da dose de estimulante ingerida.

Rir é uma ótima saída

Estímulos alarmantes, como o próprio nome indica, induzem as regiões do cérebro relacionadas à ansiedade. Um bom exemplo são os filmes com violência gratuita. “Fuja deles. Um trabalho que se tornou clássico demonstrou que pessoas com doença crônica melhoram ao assistir filmes bem-humorados, como uma comédia ou um desenho animado. Rir anula a sensação de perigo. Procure assistir a esse tipo de filme no lugar dos violentos e assustadores”, recomenda Cyro Masci.

Existem ainda outros tipos de estímulos que podem facilitar a ansiedade. “Redes sociais, jornal, revista, televisão tentam sequestrar sua atenção com notícias alarmantes e previsões catastróficas, já que nosso cérebro é naturalmente propenso a prestar atenção a sinais de perigo no meio ambiente. A recomendação é essa: selecione criteriosamente aquilo que vai ‘entrar na sua cabeça’, fazendo um jejum de catástrofes”, orienta o médico psiquiatra.

Segundo o médico psiquiatra Cyro Masci, o problema pode ter consequências ainda piores com o atraso no reconhecimento da doença e demora em procurar a ajuda de um profissional. De acordo com o especialista, pesquisa da Universidade de Harvard constatou que pessoas com quadro agudo e graves de ansiedade levam algo em torno de 7 anos para buscar auxílio médico. Quando os quadros são mais leves, o tempo é ainda maior. A demora pode chegar a 16 anos.

“O fundamental é que a ansiedade seja reconhecida e receba atenção profissional adequada o mais cedo possível, tanto pelo potencial das complicações futuras, como depressão, dores crônicas ou abuso de substâncias químicas, quanto pelas decisões pessoais e profissionais equivocadas que podem levar a consequências indesejadas”, alerta Cyro Masci, especialista em psiquiatria que trabalha com ansiedade, síndrome do pânico, fadiga e burnout há mais de 20 anos.

Masci lembra que a ansiedade, para ser considerada um transtorno, deve atrapalhar de modo significativo as atividades do dia a dia. Mas, segundo o médico, mesmo quadros mais brandos merecem atenção. “O problema afeta a capacidade de julgamento e tomada de decisões”, diz ele e exemplifica: “Pessoas ansiosas percebem com mais velocidade mudanças nas expressões faciais de parentes, amigos e colegas, porém, costumam ser bem menos precisos na interpretação dessas alterações, tirando conclusões apressadas e reagindo de modo inadequado”, explica.

Isso, segundo Cyro Masci, pode gerar tensão e mal-entendidos nas relações sociais ou de trabalho. “O problema pode ser resumido na própria essência da ansiedade”, afirma.

Mas o que é ansiedade?

“O que chamamos de ansiedade é a tomada de consciência de que nosso cérebro ativou as áreas responsáveis pelo que a neurociência chama de ‘Resposta a Ameaças’. Como qualquer ser vivo, possuímos sistemas de defesa que detectam perigos e colocam nosso corpo em condições de enfrentamento”, ensina o médico psiquiatra.

“O problema é que as áreas responsáveis por esse sistema de defesa podem se desregular, e aí o meio ambiente passa a ser interpretado de modo incorreto. É como um avião que está com seus sensores desregulados, informando aos pilotos dados sobre a velocidade, o vento ou a altitude de modo incorreto. As chances de ocorrer um erro e até um acidente aumentam muito”, alerta Cyro.

Estilo de vida X ansiedade

O especialista afirma que o estilo de vida pode afetar a ansiedade. E um dos principais vilões é a cafeína “Apesar do nome, este estimulante químico não está apenas no café. Está presente também em chás e refrigerantes, especialmente os de cola”, avisa Masci.

Calma. Não há necessidade de suspender totalmente a ingestão dos produtos, mas sim, aumentar o intervalo de ingestão entre as doses dessas bebidas. “Assim, o organismo terá uma chance de se recuperar, eliminando a cafeína “. Um dos conselhos do psiquiatra é não ingerir a cafeína depois das 16h, 17h, caso tenha problemas de sono, para que seu organismo se recupere da dose de estimulante ingerida.

Rir é uma ótima saída

Estímulos alarmantes, como o próprio nome indica, induzem as regiões do cérebro relacionadas à ansiedade. Um bom exemplo são os filmes com violência gratuita. “Fuja deles. Um trabalho que se tornou clássico demonstrou que pessoas com doença crônica melhoram ao assistir filmes bem-humorados, como uma comédia ou um desenho animado. Rir anula a sensação de perigo. Procure assistir a esse tipo de filme no lugar dos violentos e assustadores”, recomenda Cyro Masci.

Existem ainda outros tipos de estímulos que podem facilitar a ansiedade. “Redes sociais, jornal, revista, televisão tentam sequestrar sua atenção com notícias alarmantes e previsões catastróficas, já que nosso cérebro é naturalmente propenso a prestar atenção a sinais de perigo no meio ambiente. A recomendação é essa: selecione criteriosamente aquilo que vai ‘entrar na sua cabeça’, fazendo um jejum de catástrofes”, orienta o médico psiquiatra.

Dr Cyro Masci - autor 1
Autor: Dr. Cyro Masci
CREMESP 39126
Psiquiatra RQE CFM 9738

Dr. Cyro Masci
CREMESP 39126
Psiquiatra RQE CFM 9738

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