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Psiquiatra Expert em Síndrome do Pânico

Dr Cyro Masci - autor 1Dr Cyro Masci – Psiquiatra com 30 anos de experiência. Título de especialista pela ABP. CREMESP: 39126 e RQE/CFM: 9738

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Tratamento focado no seu bem-estar completo. Cuidado integral: de mente e corpo.

Foco no Paciente e não na Doença. Busque a Origem do Problema e não Apenas nos Sintomas.

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Existem muitas teorias sobre a origem do Transtorno de Pânico ou Síndrome do Pânico (SP). Uma que parece mais promissora e prática é a que diz que o transtorno decorre de uma mudança no Sistema de Respostas a Ameaças do cérebro, um alarme para situações perigosas. Compreender como funciona esse alarme é fundamental para entendermos a Síndrome do Pânico.

Todos nós possuímos sistemas de ajuste ao que acontece ao nosso redor. Por exemplo, se a temperatura do meio ambiente cai, vários sensores percebem a queda na temperatura, informam ao cérebro e geram a sensação de frio. Se a temperatura aumenta, o cérebro é avisado e gera a sensação de calor.

O objetivo é tornar a pessoa consciente do que está acontecendo, para que adote medidas adequadas: no frio, se agasalhar; no calor, procurar áreas com sombra.

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O tratamento ideal da Síndrome do Pânico abarca todas as suas fases. Todas estão interligadas.

  1. Fase 1: O alarme de emergência é ativado sem motivo algum (50% dos casos) ou numa situação específica;
  2. Fase 2: Esse alarme prepara o corpo para atacar ou fugir do perigo, mesmo que inexistente ou desproporcional. Essa preparação dá origem a mudanças nas emoções, especialmente um medo intenso; no organismo, como a aceleração cardíaca; no comportamento, como a tentativa de fugir do local;
  3. Fase 3: Os sinais e sintomas da Fase 2 formam um novo estímulo para o sistema de alarme, que é novamente disparado, gerando mais reações, mais sinais e sintomas, o que forma um ciclo vicioso.
  4. Fase 4: Esse ciclo vicioso provoca uma busca por explicação e, ao menos no início, quem padece da SP começa uma peregrinação a médicos em busca de uma doença que explique o mal-estar.
  5. Fase 5: Esse estado de tensão gera uma antecipação dos problemas, a ansiedade antecipatória, e esse estado de tensão provoca estímulo quase que constante no alarme de emergências;
  6. Fase 6: A pessoa passa a adotar comportamentos defensivos automáticos, como evitar lugares que possam desencadear a crise ou ficar desacompanhada, dando origem a uma grande restrição na vida pessoal, social e profissional.

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  1. Muito tempo sem comer, ou seja, em jejum prolongado;
  2. Maus hábitos de sono;
  3. Estimulantes e excitantes;
  4. Más notícias;
  5. Má organização do tempo;
  6. Desafios em excesso;
  7. Mau diálogo interno;
  8. Respiração errada.

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Síndrome do Pânico tem cura?
É complicado falar em cura para qualquer problema médico. A própria expectativa de não voltar a sentir nunca mais qualquer sintoma de alarme não é razoável.Um objetivo mais razoável, e esse é um parâmetro que costumo convidar meus pacientes a utilizar, é observar se as crises estão mais distanciadas no tempo, se o intervalo entre elas está aumentando, se as crises estão diminuindo de intensidade e se a recuperação está sendo mais rápida.

2. A medicação alopática deixa viciado?
3. Posso aumentar os remédios quando estiver me sentindo mal e diminuir quando estiver me sentindo bem?
4. Que outros medicamentos podem ser utilizados?
5. Existem exames que facilitam o diagnóstico ou o tratamento?
6. Como a família pode ajudar?
7. Por que o Transtorno do Pânico atinge mais as mulheres?

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Como é uma crise de pânico?
O primeiro sintoma na crise de pânico é o medo intenso, um pavor enorme, paralisante, como se a morte fosse acontecer a qualquer momento.

Uma característica que distingue a SP de outros transtornos é que esses sintomas são recorrentes, a crise acontece de tempos em tempos, ela não acontece uma única vez ou esporadicamente. Outra característica é que esse pavor aparece de modo inesperado, sem aviso prévio.

Imagine que a sua cabeça é como uma casa que tem um alarme contra ladrões. Esse alarme é muito útil para situações de emergência. No entanto, para certas pessoas, esse alarme toca sem mais essa nem aquela, sem nenhum motivo aparente. Quando esse alarme toca, damos o nome de Crise de Pânico.

São sensações bastante fortes de medo, em geral acompanhados de pelo menos quatro dos seguintes sintomas:

  • Falta de ar;
  • Palpitações;
  • Dor ou desconforto no peito;
  • sensação de sufocamento ou afogamento;
  • tontura ou vertigem;
  • sensação de falta de realidade;
  • formigamento;
  • ondas de calor ou de frio;
  • Sudorese;
  • sensação de desmaio, tremores ou sacudidelas;
  • medo de morrer ou de enlouquecer ou de perder o controle.

Dr. Cyro Masci
CREMESP 39126
Psiquiatra RQE CFM 9738

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