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Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade TDAH: Informações Objetivas

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade TDAH: Informações Objetivas

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma condição neuropsiquiátrica que afeta tanto crianças quanto adultos, caracterizada por sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade. Este artigo explora os principais aspectos do TDAH, desde sua definição até o impacto em quem vive com esse transtorno.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico do TDAH é baseado nos sinais e sintomas observados pelo médico, geralmente um psiquiatra ou psicólogo. Não existem exames laboratoriais específicos para essa condição. O diagnóstico envolve uma avaliação completa do histórico médico e psicológico do paciente, observando os sintomas e sua duração. Questionários padronizados e escalas de avaliação do TDAH também podem ser utilizados para auxiliar no diagnóstico.

Os critérios diagnósticos do TDAH, segundo o DSM-5, incluem a presença de sintomas de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade que interferem no funcionamento ou no desenvolvimento da pessoa.

Quais são os sinais e sintomas do TDAH?

Os sintomas do TDAH são divididos em duas categorias: desatenção e hiperatividade-impulsividade. Para o diagnóstico, os sintomas devem estar presentes por pelo menos seis meses em um grau que seja inconsistente com o nível de desenvolvimento e que impacte negativamente as atividades sociais e acadêmicas/ocupacionais.

Desatenção:

  • Frequentemente falha em prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido em tarefas escolares, de trabalho ou outras atividades.
  • Frequentemente tem dificuldade em manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas.
  • Frequentemente parece não escutar quando lhe dirigem a palavra diretamente.
  • Frequentemente não segue instruções e não termina deveres escolares, tarefas ou obrigações profissionais.
  • Frequentemente tem dificuldade para organizar tarefas e atividades.
  • Frequentemente evita, desgosta ou reluta em se envolver em tarefas que exigem esforço mental prolongado.
  • Frequentemente perde coisas necessárias para tarefas e atividades.
  • Frequentemente é facilmente distraído por estímulos externos.
  • Frequentemente é esquecido em atividades diárias.

Hiperatividade e Impulsividade:

  • Frequentemente agita ou bate as mãos ou os pés, ou se remexe na cadeira.
  • Frequentemente levanta da cadeira em situações em que se espera que permaneça sentado.
  • Frequentemente corre ou escala em situações onde isso é inapropriado.
  • Frequentemente é incapaz de brincar ou se envolver em atividades de lazer de forma calma.
  • Frequentemente está “a mil” ou muitas vezes age como se estivesse “a todo vapor”.
  • Frequentemente fala em demasia.
  • Frequentemente dá respostas antes de as perguntas terem sido completadas.
  • Frequentemente tem dificuldade para esperar a sua vez.
  • Frequentemente interrompe ou se intromete (por exemplo, em conversas ou jogos).

Diferenças entre TDAH em Crianças e Adultos

O TDAH pode se manifestar de maneira diferente em crianças e adultos. Embora os sintomas básicos de desatenção, hiperatividade e impulsividade sejam comuns a ambos os grupos, a maneira como esses sintomas se apresentam pode variar.

TDAH em Crianças:

  • Desatenção: As crianças podem ter dificuldade em seguir instruções, completar tarefas escolares, organizar atividades e prestar atenção durante as aulas.
  • Hiperatividade: As crianças podem ser excessivamente ativas, correndo ou subindo em coisas de maneira inadequada, sendo incapazes de jogar ou participar de atividades de forma tranquila.
  • Impulsividade: As crianças podem interromper conversas, invadir jogos, ter dificuldade em esperar a sua vez e agir sem pensar nas consequências.

TDAH em Adultos:

  • Desatenção: Os adultos podem ter dificuldade em gerenciar o tempo, cumprir prazos, organizar tarefas, prestar atenção em reuniões e manter o foco em atividades de longo prazo.
  • Hiperatividade: A hiperatividade nos adultos pode se manifestar como uma sensação interna de inquietação, impaciência ou incapacidade de relaxar. Eles podem se envolver em múltiplas atividades simultaneamente, mas ter dificuldade em completá-las.
  • Impulsividade: Os adultos podem tomar decisões precipitadas, ter problemas financeiros devido a compras impulsivas, interromper os outros em conversas e ter dificuldade em esperar em filas ou no trânsito.

Qual a origem do TDAH?

A origem do TDAH é multifatorial, envolvendo uma complexa interação de fatores genéticos, biológicos e ambientais.

Fatores Biológicos:

  • Genética: O TDAH tem uma forte componente genética. Estudos mostram que parentes de primeiro grau de pessoas com TDAH têm um risco significativamente maior de também ter o transtorno.
  • Neurotransmissores: Desequilíbrios nos neurotransmissores dopamina e noradrenalina, que regulam a atenção e o comportamento, estão associados ao TDAH.
  • Funcionamento cerebral: Alterações em certas áreas do cérebro, como o córtex pré-frontal, que está envolvido no controle dos impulsos e na atenção, são frequentemente observadas em pessoas com TDAH.

Fatores Ambientais:

  • Exposição pré-natal a substâncias: O uso de álcool, tabaco ou outras drogas durante a gravidez pode aumentar o risco de a criança desenvolver TDAH.
  • Prematuridade: Bebês nascidos prematuramente ou com baixo peso ao nascer têm um risco maior de desenvolver TDAH.
  • Ambiente familiar: Estresse familiar, conflitos e falta de rotina podem agravar os sintomas do TDAH.

Por que algumas pessoas desenvolvem TDAH e outras não?

A combinação desses fatores varia de pessoa para pessoa, e a interação entre eles determina a vulnerabilidade individual ao TDAH. Algumas pessoas podem ter uma predisposição genética, mas nunca desenvolver o transtorno se não forem expostas a fatores ambientais desencadeantes. Por outro lado, pessoas sem histórico familiar de TDAH podem desenvolver a condição se vivenciarem certos fatores de risco.

O TDAH pode coexistir com outros Transtornos Psiquiátricos? Quais?

Sim, o TDAH frequentemente coexiste com outros transtornos psiquiátricos. Essa comorbidade pode complicar o diagnóstico e o tratamento. Alguns dos transtornos mais comumente associados ao TDAH incluem:

  • Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG): A ansiedade constante e excessiva pode coexistir com os sintomas do TDAH.
  • Depressão Maior: Muitas pessoas com TDAH também sofrem de episódios depressivos.
  • Transtorno Desafiador de Oposição (TDO): Comportamentos desafiadores e opositores são comuns em crianças com TDAH.
  • Transtornos de Aprendizagem: Dificuldades específicas em áreas como leitura, escrita e matemática podem ocorrer juntamente com o TDAH.

Quais são as formas de tratamento do TDAH?

O tratamento do TDAH geralmente envolve uma combinação de abordagens:

  • Medicação psiquiátrica: Estimulantes, como metilfenidato e anfetaminas, são frequentemente prescritos para ajudar a controlar os sintomas do TDAH. Em alguns casos, medicamentos não estimulantes podem ser utilizados.
  • Psicoterapia: A terapia comportamental é amplamente utilizada para ajudar crianças e adultos com TDAH a desenvolver habilidades de organização, controle dos impulsos e estratégias de enfrentamento.
  • Treinamento dos pais: Programas de treinamento para pais podem ensinar técnicas para manejar o comportamento das crianças com TDAH e criar um ambiente doméstico estruturado.
  • Intervenções escolares: Ajustes no ambiente escolar, como horários de estudo flexíveis, assistência extra e uso de tecnologia, podem ajudar estudantes com TDAH a terem sucesso acadêmico.
  • Neurofeedback: Neurofeedback é uma técnica que utiliza a monitorização em tempo real da atividade cerebral para ensinar o paciente a modificar suas ondas cerebrais. Essa abordagem pode ajudar a melhorar a concentração e reduzir a impulsividade e a hiperatividade em pessoas com TDAH.

Quais são as complicações do TDAH se não for convenientemente tratado?

Sem tratamento adequado, o TDAH pode levar a várias complicações, incluindo:

  • Dificuldades acadêmicas e profissionais.
  • Problemas de relacionamento e isolamento social.
  • Maior risco de acidentes e comportamentos impulsivos perigosos.
  • Baixa autoestima e problemas de autoimagem.
  • Agravamento de outros problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade.

Recomendações para quem sofre desse transtorno

  • Procure ajuda profissional: A orientação de um médico psiquiatra ou neurologista com experiência nesse transtorno é essencial para um tratamento eficaz.
  • Mantenha uma rotina organizada: Ter horários regulares e usar listas de tarefas pode ajudar a melhorar a gestão do tempo e a atenção.
  • Crie ambientes com pouco estímulo: Espaços tranquilos e organizados podem facilitar a concentração e reduzir a distração.
  • Pratique técnicas de relaxamento: Exercícios físicos, meditação e técnicas de respiração podem ajudar a reduzir o estresse e melhorar o foco.
  • Desenvolva habilidades sociais: Participar de grupos de apoio ou terapia social pode ajudar a melhorar as interações e relações sociais.

Recomendações para familiares e amigos de quem sofre desse transtorno

  • Seja compreensivo: Reconheça que o TDAH é uma condição médica e não algo que a pessoa pode simplesmente “superar”.
  • Ofereça apoio emocional: Esteja disponível para ouvir sem julgar.
  • Incentive a busca por tratamento: Apoie a pessoa a procurar ajuda profissional.
  • Informe-se sobre o transtorno: Quanto mais você entender sobre o TDAH, melhor poderá ajudar.
  • Evite minimizar os sintomas: Comentários como “você só precisa se concentrar mais” podem ser contraproducentes.

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é uma condição séria, mas com o tratamento adequado e o apoio certo, as pessoas podem aprender a gerenciá-lo e levar uma vida plena e produtiva.


Informações sobre atendimento

Acreditamos que cada indivíduo é único na interação entre corpo, mente e ambiente, e que a saúde vai além da ausência de doença, representando um estado de completo bem-estar físico, mental e social.

Com essa perspectiva, buscamos desenvolver um plano de tratamento personalizado e multimodal, atendendo às necessidades específicas de cada pessoa.

Para informações e marcações de consulta, clique aqui para entrar em contato pelo whatsapp, ou ligue por voz para (11) 5041-0996.

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Priorize o seu equilíbrio emocional,
ele é a chave para uma vida plena e feliz.

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Dr Cyro Masci - autor 1
Autor: Dr. Cyro Masci
CREMESP 39126
Psiquiatra RQE CFM 9738
Psiquiatria Integrativa

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade TDAH: Informações Objetivas

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade TDAH: Informações Objetivas

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma condição neuropsiquiátrica que afeta tanto crianças quanto adultos, caracterizada por sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade. Este artigo explora os principais aspectos do TDAH, desde sua definição até o impacto em quem vive com esse transtorno.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico do TDAH é baseado nos sinais e sintomas observados pelo médico, geralmente um psiquiatra ou psicólogo. Não existem exames laboratoriais específicos para essa condição. O diagnóstico envolve uma avaliação completa do histórico médico e psicológico do paciente, observando os sintomas e sua duração. Questionários padronizados e escalas de avaliação do TDAH também podem ser utilizados para auxiliar no diagnóstico.

Os critérios diagnósticos do TDAH, segundo o DSM-5, incluem a presença de sintomas de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade que interferem no funcionamento ou no desenvolvimento da pessoa.

Quais são os sinais e sintomas do TDAH?

Os sintomas do TDAH são divididos em duas categorias: desatenção e hiperatividade-impulsividade. Para o diagnóstico, os sintomas devem estar presentes por pelo menos seis meses em um grau que seja inconsistente com o nível de desenvolvimento e que impacte negativamente as atividades sociais e acadêmicas/ocupacionais.

Desatenção:

  • Frequentemente falha em prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido em tarefas escolares, de trabalho ou outras atividades.
  • Frequentemente tem dificuldade em manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas.
  • Frequentemente parece não escutar quando lhe dirigem a palavra diretamente.
  • Frequentemente não segue instruções e não termina deveres escolares, tarefas ou obrigações profissionais.
  • Frequentemente tem dificuldade para organizar tarefas e atividades.
  • Frequentemente evita, desgosta ou reluta em se envolver em tarefas que exigem esforço mental prolongado.
  • Frequentemente perde coisas necessárias para tarefas e atividades.
  • Frequentemente é facilmente distraído por estímulos externos.
  • Frequentemente é esquecido em atividades diárias.

Hiperatividade e Impulsividade:

  • Frequentemente agita ou bate as mãos ou os pés, ou se remexe na cadeira.
  • Frequentemente levanta da cadeira em situações em que se espera que permaneça sentado.
  • Frequentemente corre ou escala em situações onde isso é inapropriado.
  • Frequentemente é incapaz de brincar ou se envolver em atividades de lazer de forma calma.
  • Frequentemente está “a mil” ou muitas vezes age como se estivesse “a todo vapor”.
  • Frequentemente fala em demasia.
  • Frequentemente dá respostas antes de as perguntas terem sido completadas.
  • Frequentemente tem dificuldade para esperar a sua vez.
  • Frequentemente interrompe ou se intromete (por exemplo, em conversas ou jogos).

Diferenças entre TDAH em Crianças e Adultos

O TDAH pode se manifestar de maneira diferente em crianças e adultos. Embora os sintomas básicos de desatenção, hiperatividade e impulsividade sejam comuns a ambos os grupos, a maneira como esses sintomas se apresentam pode variar.

TDAH em Crianças:

  • Desatenção: As crianças podem ter dificuldade em seguir instruções, completar tarefas escolares, organizar atividades e prestar atenção durante as aulas.
  • Hiperatividade: As crianças podem ser excessivamente ativas, correndo ou subindo em coisas de maneira inadequada, sendo incapazes de jogar ou participar de atividades de forma tranquila.
  • Impulsividade: As crianças podem interromper conversas, invadir jogos, ter dificuldade em esperar a sua vez e agir sem pensar nas consequências.

TDAH em Adultos:

  • Desatenção: Os adultos podem ter dificuldade em gerenciar o tempo, cumprir prazos, organizar tarefas, prestar atenção em reuniões e manter o foco em atividades de longo prazo.
  • Hiperatividade: A hiperatividade nos adultos pode se manifestar como uma sensação interna de inquietação, impaciência ou incapacidade de relaxar. Eles podem se envolver em múltiplas atividades simultaneamente, mas ter dificuldade em completá-las.
  • Impulsividade: Os adultos podem tomar decisões precipitadas, ter problemas financeiros devido a compras impulsivas, interromper os outros em conversas e ter dificuldade em esperar em filas ou no trânsito.

Qual a origem do TDAH?

A origem do TDAH é multifatorial, envolvendo uma complexa interação de fatores genéticos, biológicos e ambientais.

Fatores Biológicos:

  • Genética: O TDAH tem uma forte componente genética. Estudos mostram que parentes de primeiro grau de pessoas com TDAH têm um risco significativamente maior de também ter o transtorno.
  • Neurotransmissores: Desequilíbrios nos neurotransmissores dopamina e noradrenalina, que regulam a atenção e o comportamento, estão associados ao TDAH.
  • Funcionamento cerebral: Alterações em certas áreas do cérebro, como o córtex pré-frontal, que está envolvido no controle dos impulsos e na atenção, são frequentemente observadas em pessoas com TDAH.

Fatores Ambientais:

  • Exposição pré-natal a substâncias: O uso de álcool, tabaco ou outras drogas durante a gravidez pode aumentar o risco de a criança desenvolver TDAH.
  • Prematuridade: Bebês nascidos prematuramente ou com baixo peso ao nascer têm um risco maior de desenvolver TDAH.
  • Ambiente familiar: Estresse familiar, conflitos e falta de rotina podem agravar os sintomas do TDAH.

Por que algumas pessoas desenvolvem TDAH e outras não?

A combinação desses fatores varia de pessoa para pessoa, e a interação entre eles determina a vulnerabilidade individual ao TDAH. Algumas pessoas podem ter uma predisposição genética, mas nunca desenvolver o transtorno se não forem expostas a fatores ambientais desencadeantes. Por outro lado, pessoas sem histórico familiar de TDAH podem desenvolver a condição se vivenciarem certos fatores de risco.

O TDAH pode coexistir com outros Transtornos Psiquiátricos? Quais?

Sim, o TDAH frequentemente coexiste com outros transtornos psiquiátricos. Essa comorbidade pode complicar o diagnóstico e o tratamento. Alguns dos transtornos mais comumente associados ao TDAH incluem:

  • Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG): A ansiedade constante e excessiva pode coexistir com os sintomas do TDAH.
  • Depressão Maior: Muitas pessoas com TDAH também sofrem de episódios depressivos.
  • Transtorno Desafiador de Oposição (TDO): Comportamentos desafiadores e opositores são comuns em crianças com TDAH.
  • Transtornos de Aprendizagem: Dificuldades específicas em áreas como leitura, escrita e matemática podem ocorrer juntamente com o TDAH.

Quais são as formas de tratamento do TDAH?

O tratamento do TDAH geralmente envolve uma combinação de abordagens:

  • Medicação psiquiátrica: Estimulantes, como metilfenidato e anfetaminas, são frequentemente prescritos para ajudar a controlar os sintomas do TDAH. Em alguns casos, medicamentos não estimulantes podem ser utilizados.
  • Psicoterapia: A terapia comportamental é amplamente utilizada para ajudar crianças e adultos com TDAH a desenvolver habilidades de organização, controle dos impulsos e estratégias de enfrentamento.
  • Treinamento dos pais: Programas de treinamento para pais podem ensinar técnicas para manejar o comportamento das crianças com TDAH e criar um ambiente doméstico estruturado.
  • Intervenções escolares: Ajustes no ambiente escolar, como horários de estudo flexíveis, assistência extra e uso de tecnologia, podem ajudar estudantes com TDAH a terem sucesso acadêmico.
  • Neurofeedback: Neurofeedback é uma técnica que utiliza a monitorização em tempo real da atividade cerebral para ensinar o paciente a modificar suas ondas cerebrais. Essa abordagem pode ajudar a melhorar a concentração e reduzir a impulsividade e a hiperatividade em pessoas com TDAH.

Quais são as complicações do TDAH se não for convenientemente tratado?

Sem tratamento adequado, o TDAH pode levar a várias complicações, incluindo:

  • Dificuldades acadêmicas e profissionais.
  • Problemas de relacionamento e isolamento social.
  • Maior risco de acidentes e comportamentos impulsivos perigosos.
  • Baixa autoestima e problemas de autoimagem.
  • Agravamento de outros problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade.

Recomendações para quem sofre desse transtorno

  • Procure ajuda profissional: A orientação de um médico psiquiatra ou neurologista com experiência nesse transtorno é essencial para um tratamento eficaz.
  • Mantenha uma rotina organizada: Ter horários regulares e usar listas de tarefas pode ajudar a melhorar a gestão do tempo e a atenção.
  • Crie ambientes com pouco estímulo: Espaços tranquilos e organizados podem facilitar a concentração e reduzir a distração.
  • Pratique técnicas de relaxamento: Exercícios físicos, meditação e técnicas de respiração podem ajudar a reduzir o estresse e melhorar o foco.
  • Desenvolva habilidades sociais: Participar de grupos de apoio ou terapia social pode ajudar a melhorar as interações e relações sociais.

Recomendações para familiares e amigos de quem sofre desse transtorno

  • Seja compreensivo: Reconheça que o TDAH é uma condição médica e não algo que a pessoa pode simplesmente “superar”.
  • Ofereça apoio emocional: Esteja disponível para ouvir sem julgar.
  • Incentive a busca por tratamento: Apoie a pessoa a procurar ajuda profissional.
  • Informe-se sobre o transtorno: Quanto mais você entender sobre o TDAH, melhor poderá ajudar.
  • Evite minimizar os sintomas: Comentários como “você só precisa se concentrar mais” podem ser contraproducentes.

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é uma condição séria, mas com o tratamento adequado e o apoio certo, as pessoas podem aprender a gerenciá-lo e levar uma vida plena e produtiva.


Informações sobre atendimento

Acreditamos que cada indivíduo é único na interação entre corpo, mente e ambiente, e que a saúde vai além da ausência de doença, representando um estado de completo bem-estar físico, mental e social.

Com essa perspectiva, buscamos desenvolver um plano de tratamento personalizado e multimodal, atendendo às necessidades específicas de cada pessoa.

Para informações e marcações de consulta, clique aqui para entrar em contato pelo whatsapp, ou ligue por voz para (11) 5041-0996.

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Autor: Dr. Cyro Masci
CREMESP 39126
Psiquiatra RQE CFM 9738

Dr. Cyro Masci
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