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Transtornos de Ansiedade

Dr Cyro Masci - autor 1Dr Cyro Masci – Psiquiatra com 30 anos de experiência. Título de especialista pela ABP. CREMESP: 39126 e RQE/CFM: 9738

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A depressão é um transtorno psiquiátrico que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Ela pode ser desencadeada por uma variedade de fatores, como eventos estressantes da vida, desequilíbrios químicos no cérebro, histórico familiar e genética. É uma condição que pode afetar profundamente a qualidade de vida, a capacidade de trabalhar, estudar e até mesmo as relações pessoais.

Embora o termo “depressão” seja frequentemente usado para descrever um sentimento temporário de tristeza ou melancolia, a depressão clínica engloba uma variedade de tipos, cada um com suas características distintas e impacto na vida da pessoa.

A Depressão Clássica, também conhecida como Transtorno Depressivo Maior (TDM), é uma das formas mais prevalentes e debilitantes de transtornos psiquiátricos enfrentados por indivíduos em todo o mundo. Essa condição pode afetar pessoas de todas as idades, gêneros e origens, deixando uma marca profunda em suas vidas e nas vidas daqueles que se preocupam com elas.

Algun sinais e sintomas podem indicar a presença de depressão. Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, mas os mais comuns incluem:

  • Sentimento persistente de tristeza, ansiedade ou vazio;
  • Perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas;
  • Falta de energia ou fadiga persistente;
  • Mudanças no sono, incluindo insônia ou sonolência excessiva;
  • Mudanças no apetite ou peso;
  • Dificuldade em concentrar-se, lembrar-se de coisas ou tomar decisões;
  • Sentimento de inquietude ou irritabilidade;
  • Dores persistentes, dores de cabeça ou problemas digestivos que não melhoram com o tratamento.

Um dos aspectos mais marcantes da Depressão Clássica é a tristeza profunda e persistente que permeia a vida da pessoa. Os episódios depressivos podem durar semanas, meses ou até mesmo anos, levando a uma perda significativa de interesse em atividades que antes eram consideradas prazerosas. Essa anedonia, como é chamada, é um dos sintomas-chave da depressão, fazendo com que a pessoa perca o interesse em hobbies, relações sociais e outras fontes de gratificação.

Além disso, as mudanças no apetite e no sono são comuns na Depressão Clássica. Algumas pessoas podem experimentar uma perda significativa de apetite e peso, enquanto outras podem recorrer à comida como forma de conforto, levando ao ganho de peso. Os padrões de sono também são frequentemente afetados, com insônia ou hipersonia sendo sintomas comuns da depressão.

A experiência emocional da pessoa com Depressão Clássica é profundamente angustiante. Sentimentos de desesperança, desamparo e inutilidade podem dominar a mente, tornando a pessoa incapaz de vislumbrar um futuro melhor. O cansaço físico e emocional é avassalador, e atividades diárias simples podem se tornar tarefas hercúleas. O isolamento social é comum, pois a pessoa pode se sentir incapaz de compartilhar sua dor com os outros ou temer que ninguém possa realmente compreender sua luta interna.

Os pensamentos de morte também podem ocorrer na Depressão Clássica. Esses pensamentos são um sinal da intensidade do sofrimento emocional e exigem atenção imediata e cuidados profissionais. É essencial que as pessoas ao redor da pessoa em sofrimento sejam sensíveis a esses sinais e ofereçam apoio e compreensão, incentivando-as a buscar ajuda profissional.

O tratamento da Depressão Clássica é multifacetado e requer uma abordagem integrada. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma das abordagens terapêuticas mais eficazes para o tratamento da depressão, ajudando a pessoa a identificar padrões de pensamentos negativos e distorcidos e a desenvolver estratégias para desafiá-los e substituí-los por pensamentos mais realistas e saudáveis.

Além disso, a medicação psiquiátrica em geral é necessária para ajudar a controlar os sintomas da depressão e restaurar o equilíbrio químico no cérebro. Não se trata, portanto, de meros “calmantes”, mas de medicação que atua no cérebro corrigindo desvios na sua química.

A Distimia, também conhecida como Transtorno Depressivo Persistente (TDP), é uma forma de depressão de longa duração que pode afetar profundamente a qualidade de vida da pessoa. Ao contrário da depressão maior, que apresenta episódios mais intensos e intermitentes, a distimia é caracterizada por sintomas menos graves, mas persistentes, que se estendem por um período prolongado de tempo, geralmente por mais de dois anos.

Os sintomas da Distimia podem ser mais sutis, mas sua constância cria uma névoa de melancolia que paira sobre a vida cotidiana da pessoa. A falta persistente de energia e interesse pode ser uma das características mais marcantes da Distimia. A pessoa pode se sentir constantemente cansada, desmotivada e sem prazer nas atividades que antes lhe proporcionavam alegria. Mesmo as tarefas mais simples podem parecer esmagadoras e desgastantes.

A visão de mundo de alguém com Distimia pode ser tingida por um pessimismo crônico, e a capacidade de experimentar emoções positivas é significativamente reduzida. As relações interpessoais podem ser afetadas, pois a pessoa pode se sentir emocionalmente distante e desconectada dos outros. Essa sensação de desapego pode criar uma barreira para o estabelecimento de novas conexões e relacionamentos significativos.

A Distimia pode afetar a autoestima da pessoa, levando-a a se sentir desvalorizada e incapaz de alcançar suas metas ou aspirações. A autoconfiança pode ser minada, e o autocrítico interno pode se tornar uma voz constante que reforça pensamentos negativos sobre si mesma.

A longa duração dos sintomas pode ser desafiadora, e muitas vezes as pessoas com Distimia podem pensar erroneamente que seus sentimentos são apenas “parte de sua personalidade” ou que não merecem ajuda.

É importante lembrar que a Distimia é uma condição médica tratável e que a busca por apoio e tratamento adequados é crucial para a recuperação. Com o tratamento adequado e um ambiente de apoio, as pessoas com Distimia podem encontrar a esperança e a motivação para navegar através da sombra da depressão persistente e recuperar a alegria e a satisfação em suas vidas cotidianas.

O Transtorno Disruptivo de Desregulação do Humor (TDD) é uma condição de saúde mental mais comum em crianças e adolescentes e é caracterizado por padrões de irritabilidade e explosões emocionais desproporcionais em relação a situações cotidianas. Esse transtorno pode ser uma experiência angustiante tanto para a criança quanto para a família, afetando o funcionamento social, emocional e acadêmico da pessoa afetada.

As crianças com TDD frequentemente enfrentam desafios na regulação de suas emoções e reações comportamentais, tornando-se mais suscetíveis a acessos de raiva intensa e descontrolada. Pequenas frustrações ou contratempos podem desencadear reações explosivas e fora de proporção, levando a episódios de birra, explosões emocionais ou acessos de raiva intensos. Essas explosões podem ser mais frequentes e intensas do que seria esperado para a idade da criança.

A irritabilidade persistente é uma característica central do TDD e pode se manifestar como um estado de humor constante de mau humor ou hostilidade. A criança pode parecer constantemente irritada, mal-humorada e infeliz, o que pode afetar significativamente sua interação com colegas, familiares e professores.

As dificuldades na regulação emocional podem resultar em problemas de comportamento na escola e em casa, dificultando o cumprimento de regras e o engajamento em atividades acadêmicas. O desempenho escolar pode ser afetado e a criança pode ter dificuldade em seguir instruções e respeitar limites, resultando em conflitos com autoridades e figuras de autoridade.

É importante ressaltar que o TDD não é apenas “má-educação” ou “falta de controle”, mas sim uma condição médica que requer compreensão, suporte e tratamento adequado. É fundamental que os pais, professores e cuidadores sejam sensíveis às necessidades emocionais da criança e busquem ajuda profissional para avaliação e diagnóstico preciso.

O tratamento do TDD pode envolver uma abordagem multifacetada que inclui terapia individual e familiar. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ser uma opção eficaz para ajudar a criança a desenvolver habilidades de regulação emocional e estratégias de enfrentamento mais adaptativas. Além disso, a terapia familiar pode ajudar a melhorar a comunicação e a dinâmica familiar, proporcionando um ambiente de apoio para a criança.

Muitas vezes há necessidade de medicamentos psiquiátricos que tem por objetivo estabilizar o humor e reduzir a irritabilidade. Não são simples “calmantes”, mas medicamentos destinados a regularizar o funcionamento químico do cérebro.

A Depressão Pós-Parto é uma condição emocional complexa que pode afetar mães e pais após o nascimento de um bebê. Esse período, que deveria ser marcado por alegria e felicidade, pode se tornar uma jornada desafiadora e emocionalmente tumultuosa para aqueles que são afetados pela depressão pós-parto.

A transição para a maternidade ou paternidade é uma experiência profunda, que pode trazer uma mistura de emoções, desde alegria e amor incondicional até medo e ansiedade em relação à nova responsabilidade de cuidar de um bebê. No entanto, a Depressão Pós-Parto vai além do “baby blues” ou sentimentos passageiros de tristeza e irritabilidade que muitos pais experimentam nos primeiros dias após o parto.

Os sintomas da Depressão Pós-Parto são mais intensos e persistentes, afetando o funcionamento diário da pessoa. Sentimentos intensos de tristeza, desesperança e ansiedade podem dominar a mente, tornando difícil encontrar prazer ou satisfação nas atividades diárias. A pessoa pode sentir-se incapaz de lidar com as demandas do bebê e com as tarefas cotidianas, levando a uma sensação de inadequação e fracasso como pai ou mãe.

A irritabilidade também é um sintoma comum da Depressão Pós-Parto. A pessoa pode ficar facilmente frustrada e reagir com raiva diante de situações aparentemente simples. Essa irritabilidade pode afetar as interações com o bebê e com outras pessoas ao redor, gerando um ciclo de culpa e preocupação.

A Depressão Pós-Parto pode ter um impacto significativo na relação com o parceiro e em outras relações interpessoais. A pessoa afetada pode se sentir emocionalmente distante e desconectada dos entes queridos, levando a conflitos e mal-entendidos na família.

Para algumas pessoas, a Depressão Pós-Parto pode se manifestar como ansiedade excessiva em relação à saúde e bem-estar do bebê, levando a comportamentos de superproteção e hipocondria. Essa preocupação constante pode ser esgotante e adicionar uma camada extra de estresse ao já desafiador período pós-parto.

É importante reconhecer que a Depressão Pós-Parto não é um sinal de fraqueza ou falha como pai ou mãe, mas sim uma condição médica tratável que requer apoio e tratamento adequados. É fundamental que os pais e mães afetados pela Depressão Pós-Parto procurem ajuda profissional e que sejam apoiados por familiares e amigos em sua jornada de recuperação.

O Transtorno Bipolar, anteriormente conhecido como Transtorno Maníaco-Depressivo, é uma condição mental complexa e desafiadora que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Essa condição é caracterizada por oscilações extremas de humor, envolvendo episódios de mania e depressão, que podem impactar significativamente a vida da pessoa e de seus entes queridos.

O transtorno bipolar é uma condição distinta, mas também pode envolver episódios depressivos, onde a pessoa experimenta sentimentos profundos de tristeza, desesperança e falta de interesse em atividades que antes eram consideradas prazerosas. Esses episódios de depressão podem ser semelhantes aos experimentados por pessoas com outros tipos de depressão, mas no contexto do transtorno bipolar, eles são entrelaçados com períodos de mania.

A característica distintiva do transtorno bipolar são os episódios de mania, que são marcados por uma intensa euforia, impulsividade e energia excessiva. Durante um episódio de mania, a pessoa pode sentir-se invencível e ter uma autoestima inflada. Ela pode ter pensamentos rápidos, tornando difícil a concentração em uma única tarefa. A necessidade de sono pode diminuir drasticamente, com a pessoa sentindo-se revigorada com apenas algumas horas de sono.

Os comportamentos impulsivos e arriscados são comuns durante a mania, como gastar dinheiro de forma irresponsável, envolver-se em atividades sexuais de risco, abusar de substâncias ou tomar decisões impulsivas que podem ter consequências negativas para a sua vida. Esses comportamentos podem criar problemas significativos e gerar arrependimento após o término do episódio de mania.

É importante ressaltar que a mania não é apenas um estado de “muito feliz” ou “muito animado”, mas sim um estado alterado de humor que pode ser desencadeado sem razão aparente e que pode ter impactos significativos na vida da pessoa.

Os episódios de mania e depressão podem variar em intensidade e duração, e a frequência entre eles pode ser diferente para cada pessoa. Algumas pessoas podem ter episódios maníacos seguidos de episódios depressivos, enquanto outras podem experimentar uma alternância menos frequente entre os dois estados emocionais extremos.

O tratamento do transtorno bipolar envolve medicação psiquiátrica, em geral essencial para estabilizar o humor e prevenir a ocorrência de episódios maníacos e depressivos. Os medicamentos utilizados no tratamento do transtorno bipolar são chamados de estabilizadores de humor.

A psicoterapia também desempenha um papel crucial no manejo do transtorno bipolar, ajudando a pessoa a identificar seus padrões de pensamento e comportamento e a desenvolver estratégias de enfrentamento para lidar com os desafios emocionais da condição.

O Transtorno Afetivo Sazonal (TAS), também conhecido como “depressão sazonal”, é uma forma peculiar de depressão que se manifesta em certas épocas do ano, geralmente durante os meses de outono e inverno, quando os dias são mais curtos e há uma diminuição da luz solar. Essa condição afeta pessoas em todo o mundo e está intimamente ligada às mudanças sazonais na exposição à luz solar.

É mais comum no hemisfério Norte, mas eventualmente ocorre em brasileiros, especialmente os que moraram em países que tem comprometimento da luz solar em certas épocas do ano.

Os sintomas do TAS são semelhantes aos da depressão clássica, incluindo fadiga, tristeza profunda, desesperança e uma perda significativa de interesse em atividades antes prazerosas. A pessoa afetada pode sentir-se emocionalmente esgotada e ter dificuldade em encontrar motivação para realizar as tarefas cotidianas. A qualidade do sono pode ser afetada, levando a alterações nos padrões de sono e dificuldade em acordar pela manhã.

O principal fator desencadeante do TAS é a diminuição da exposição à luz solar durante os meses mais escuros do outono e inverno. Acredita-se que essa redução da luz solar possa afetar os ritmos circadianos do corpo e levar a desequilíbrios químicos no cérebro, como uma diminuição da produção de serotonina, um neurotransmissor associado ao humor e bem-estar emocional.

A resposta do corpo à falta de luz solar pode resultar em mudanças no apetite, com algumas pessoas comendo mais (especialmente carboidratos) e ganhando peso, enquanto outras podem perder o apetite e perder peso. Esses padrões alimentares são uma tentativa inconsciente de compensar o desequilíbrio químico no cérebro.

Embora o TAS seja mais comum no outono e inverno, algumas pessoas podem experimentar a forma oposta da condição, conhecida como TAS inverso ou depressão sazonal de verão. Nesses casos, os sintomas depressivos ocorrem durante os meses mais quentes e ensolarados do ano.

O tratamento do TAS geralmente envolve uma abordagem combinada, que pode incluir terapia de luz (fototerapia), terapia cognitivo-comportamental (TCC) e, em alguns casos, medicação.

A Depressão Psicótica é uma forma grave e complexa de depressão que vai além dos sintomas típicos da depressão clássica. Nesta condição, a pessoa não apenas vivência sintomas de profunda tristeza e desesperança, mas também pode experimentar delírios e/ou alucinações relacionados a esses sentimentos negativos, tornando a experiência ainda mais desafiadora e angustiante.

Os delírios são crenças falsas e irracionais que não têm base na realidade, mas que a pessoa acredita firmemente serem verdadeiras. Na Depressão Psicótica, esses delírios costumam estar relacionados a pensamentos negativos sobre si mesmo, os outros e o mundo ao seu redor. Por exemplo, a pessoa pode acreditar que é inútil, que ninguém a ama ou que é responsável por todas as desgraças do mundo. Esses delírios podem ser persistentes e podem influenciar negativamente o comportamento e a percepção da pessoa sobre si mesma e o mundo.

As alucinações são percepções sensoriais falsas, como ouvir vozes ou ver coisas que não estão realmente presentes. Na Depressão Psicótica, as alucinações também podem estar relacionadas aos sentimentos de desesperança e desamparo da pessoa. Por exemplo, a pessoa pode ouvir vozes que a criticam constantemente, a insultam ou lhe dão comandos negativos. Essas alucinações podem intensificar os sentimentos de desvalorização e desesperança da pessoa, levando a um maior isolamento e sofrimento emocional.

A crise de Depressão Psicótica é uma emergência psiquiátrica que requer tratamento imediato e intensivo.

Como você pode perceber, a depressão, em suas diversas formas, é uma condição psiquiátrica complexa e multifatorial, que vai além de uma simples questão de “fraqueza de caráter” ou “falta de vontade própria”. É essencial compreender que a depressão não é uma escolha, e não basta que uma pessoa afetada decida simplesmente “sair” desse transtorno depressivo. A depressão é um transtorno psiquiátrico real que afeta o funcionamento do cérebro e pode ter várias causas, incluindo fatores genéticos, desequilíbrios químicos no cérebro, eventos traumáticos e estressores emocionais.

A crença de que a depressão é uma fraqueza pode perpetuar o estigma em torno da saúde mental e dificultar que as pessoas busquem ajuda e tratamento adequados. A depressão não é um sinal de fraqueza, falta de caráter ou falha pessoal. É uma condição médica que requer atenção e tratamento especializado.

Além do tratamento profissional, o apoio de familiares e amigos é fundamental para quem lida com a depressão. A empatia, compreensão e paciência são essenciais ao se relacionar com alguém que está passando por um transtorno depressivo. É importante lembrar que o apoio emocional não significa julgar, minimizar ou tentar resolver os problemas da pessoa, mas sim estar presente e ouvir sem julgamento.

Ao perceber sinais de depressão em um ente querido, é crucial encorajá-lo a buscar ajuda profissional. Sugerir a consulta com um médico, se possível um psiquiatra, pode ser um passo importante para iniciar o processo de tratamento e recuperação.

Oferecer ajuda prática, como acompanhar a pessoa a consultas médicas ou terapêuticas, pode ser uma forma valiosa de apoio. Além disso, educar-se sobre a depressão e suas formas de tratamento pode ajudar a família e amigos a entenderem melhor o que a pessoa está enfrentando e como podem oferecer o suporte necessário.

Acreditamos que cada indivíduo é único na interação entre corpo, mente e ambiente, e que a saúde vai além da ausência de doença, representando um estado de completo bem-estar físico, mental e social.

Com essa perspectiva, buscamos desenvolver um plano de tratamento personalizado, atendendo às necessidades específicas de cada pessoa.

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Dr. Cyro Masci
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Psiquiatra RQE CFM 9738

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