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Tratamento da Síndrome do Pânico

Tratamento da Síndrome do Pânico

Tratamento da Síndrome do Pânico

O tratamento ideal da Síndrome do Pânico abarca todas as suas fases. Neste artigo, as divido em seis. Todas estão interligadas. Revisemos

Fase 1: O alarme de emergência é ativado sem motivo algum (50% dos casos) ou numa situação específica;

Fase 2: Esse alarme prepara o corpo para atacar ou fugir do perigo, mesmo que inexistente ou desproporcional. Essa preparação dá origem a mudanças nas emoções, especialmente um medo intenso; no organismo, como a aceleração cardíaca; no comportamento, como a tentativa de fugir do local;

Fase 3: Os sinais e sintomas da Fase 2 formam um novo estímulo para o sistema de alarme, que é novamente disparado, gerando mais reações, mais sinais e sintomas, o que forma um ciclo vicioso.

Fase 4: Esse ciclo vicioso provoca uma busca por explicação e, ao menos no início, quem padece da SP começa uma peregrinação a médicos em busca de uma doença que explique o mal-estar.

Fase 5: Esse estado de tensão gera uma antecipação dos problemas, a ansiedade antecipatória, e esse estado de tensão provoca estímulo quase que constante no alarme de emergências;

Fase 6: A pessoa passa a adotar comportamentos defensivos automáticos, como evitar lugares que possam desencadear a crise ou ficar desacompanhada, dando origem a uma grande restrição na vida pessoal, social e profissional.

Os melhores resultados de tratamento são a combinação de medicação específica com um tipo específico de psicoterapia, a Cognitiva Comportamental.

Os medicamentos atuam principalmente nas fases em que o cérebro está diretamente envolvido, em que o Sistema de Resposta a Ameaças está funcionando de modo desregulado. Já a psicoterapia cognitiva comportamental atua principalmente nas fases em que os pensamentos e o comportamento adotado pela pessoa frente aos sintomas são inadequados.

Como é feito o tratamento da Síndrome do Pânico?

Na abordagem integrativa, utilizamos tanto os medicamentos convencionais, alopáticos, quanto as substâncias não convencionais, como homeopatia, fitoterapia e nutrientes. A somatória dessas medidas pode ser muito eficiente.

Veja que não existe rejeição à abordagem convencional. Mas é interessante, sempre que possível, iniciar o tratamento com medicamentos de menos efeitos colaterais. E, mesmo quando isso não é possível, adotar uma série de medidas para ao menos reduzir a quantidade de medicamentos utilizados.

A Medicina Integrativa tem uma longa história. Durante muito tempo, as abordagens médicas foram divididas entre as Convencionais e as Alternativas. O termo sugere que você deveria escolher uma ou outra, como se fossem inimigas, o que não é nem verdadeiro, nem útil.

Com o tempo, as abordagens Alternativas passaram a ser chamadas de Complementares. O termo então passou a sugerir que as outras formas de tratamento não convencionais complementariam o tratamento convencional. A denominação estava melhorando, mas ainda não refletia o que estava prestes a acontecer.

As abordagens não convencionais passaram a ser estudadas com rigor técnico e metodologia científica, o que aumentou sua segurança e garantia de eficácia. Daí, então, foram denominadas como Medicina Integrativa, já que associam e literalmente integram a medicina convencional com outras formas de tratamento.

E é nesse momento que nos encontramos. É essa abordagem que utilizamos.

O objetivo da abordagem integrativa é favorecer o funcionamento do cérebro com medidas menos agressivas e com menos efeitos colaterais, sempre que possível, e também modificar os padrões de pensamento, alterar essas áreas cerebrais de uma ou outra maneira associada.

Muitas pessoas não desejam ou não têm algum tipo de restrição ao tratamento estritamente alopático. Possivelmente, essas serão as mais beneficiadas com a abordagem integrativa.

De modo geral, enquanto a abordagem convencional ataca diretamente uma doença específica, outras formas não convencionais buscam fortalecer o indivíduo como um todo. Quando uma doença encontra um corpo e uma mente fortalecidos, terá mais dificuldade em se estabelecer. Nisso consiste a sabedoria de integrar as duas abordagens.

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