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A ansiedade pode afetar a memória?

A ansiedade pode afetar a memória?

A conexão entre ansiedade e memória é um campo de estudo fascinante na psiquiatria, revelando como nossos estados emocionais podem afetar diretamente nossa capacidade de lembrar e processar informações.

A ansiedade, em seus níveis moderados, é uma reação natural do corpo que pode nos ajudar a enfrentar desafios, preparando-nos para ação. Contudo, quando a ansiedade se torna crônica ou excessiva, ela pode começar a interferir em várias funções cognitivas, especialmente na memória.

  • Interferência Cognitiva: Quando estamos ansiosos, nossa mente fica inundada com preocupações e pensamentos negativos. Isso cria uma espécie de “ruído” mental que compete com nossa capacidade de processar e reter novas informações, afetando a memória de trabalho — crucial para tarefas do dia a dia e aprendizado.
  • Foco Ajustado: A ansiedade pode alterar o foco da nossa atenção, fazendo-nos concentrar mais nas fontes de nossa ansiedade do que nas informações que precisamos memorizar. Isso pode prejudicar a formação de novas memórias e a recuperação de memórias já estabelecidas.
  • Alterações Fisiológicas: A ansiedade prolongada pode também levar a alterações no cérebro, como a redução da atividade no hipocampo, área essencial para a formação de memórias. Além disso, o excesso de cortisol (hormônio do estresse) pode prejudicar a capacidade do cérebro de formar novas lembranças.

Compreender essa dinâmica é o primeiro passo para buscar estratégias que nos ajudem a gerenciar a ansiedade e, por consequência, proteger nossa memória. Em casos de ansiedade crônica, o acompanhamento com um médico psiquiatra é fundamental.

Dr Cyro Masci - autor 1
Autor: Dr. Cyro Masci
CREMESP 39126
Psiquiatra RQE CFM 9738
Psiquiatria Integrativa

A ansiedade pode afetar a memória?

A ansiedade pode afetar a memória?

A conexão entre ansiedade e memória é um campo de estudo fascinante na psiquiatria, revelando como nossos estados emocionais podem afetar diretamente nossa capacidade de lembrar e processar informações.

A ansiedade, em seus níveis moderados, é uma reação natural do corpo que pode nos ajudar a enfrentar desafios, preparando-nos para ação. Contudo, quando a ansiedade se torna crônica ou excessiva, ela pode começar a interferir em várias funções cognitivas, especialmente na memória.

  • Interferência Cognitiva: Quando estamos ansiosos, nossa mente fica inundada com preocupações e pensamentos negativos. Isso cria uma espécie de “ruído” mental que compete com nossa capacidade de processar e reter novas informações, afetando a memória de trabalho — crucial para tarefas do dia a dia e aprendizado.
  • Foco Ajustado: A ansiedade pode alterar o foco da nossa atenção, fazendo-nos concentrar mais nas fontes de nossa ansiedade do que nas informações que precisamos memorizar. Isso pode prejudicar a formação de novas memórias e a recuperação de memórias já estabelecidas.
  • Alterações Fisiológicas: A ansiedade prolongada pode também levar a alterações no cérebro, como a redução da atividade no hipocampo, área essencial para a formação de memórias. Além disso, o excesso de cortisol (hormônio do estresse) pode prejudicar a capacidade do cérebro de formar novas lembranças.

Compreender essa dinâmica é o primeiro passo para buscar estratégias que nos ajudem a gerenciar a ansiedade e, por consequência, proteger nossa memória. Em casos de ansiedade crônica, o acompanhamento com um médico psiquiatra é fundamental.

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Autor: Dr. Cyro Masci
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Psiquiatra RQE CFM 9738

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