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Informações Sobre Atendimento na Clínica do Dr. Cyro Masci

O Dr. Cyro Masci é médico (CRMSP: 39126) especialista em psiquiatria (Registro de Qualificação no Conselho Federal de Medicina: 9738), reconhecido por sua abordagem personalizada ao tratamento. Ele prioriza identificar as causas fundamentais dos problemas de saúde mental ao invés de apenas tratar os sintomas visíveis. Sempre que possível, opta por medicamentos orgânicos como fitoterapia, homotoxicologia e nutracêuticos, que tendem a apresentar menos efeitos colaterais comparados aos medicamentos psiquiátricos tradicionais.

Consultas:

A consulta tem um valor atual de R$ 1000,00 (mil reais), e como parte integrante dessa primeira consulta, oferecemos, sem custo adicional, uma avaliação com o equipamento Poliscan ES Complex (veja vídeo abaixo), que auxilia na identificação inicial de potenciais problemas, totalizando assim aproximadamente uma hora de avaliação.

As consultas subsequentes geralmente ocorrem mensal ou bimestralmente no início do tratamento e se tornam menos frequentes à medida que o paciente progride até a conclusão.

Ressaltamos que nosso atendimento se inicia preferencialmente com uma consulta presencial, permitindo-nos realizar uma avaliação completa e personalizada. Em situações onde não haja possiblidade de locomoção realizamos atendimento à distância, on line.

Estratégia de Tratamento:

Nosso tratamento visa ser o mais orgânico, fisiológico e multimodal possível, combinando nutracêuticos, homeopatia, homotoxicologia e fitoterápicos. Quando necessário, utilizamos também medicamentos alopáticos, frequentemente integrados à terapia orgânica para minimizar o uso de fármacos tradicionais. A escolha do tratamento é baseada em uma avaliação detalhada durante a consulta.

Saiba mais sobre o modelo de atendimento biopsicossocial clicando aqui.

Política de Convênios Médicos:

Não atendemos por convênios médicos, mas fornecemos recibos para reembolso parcial ou total pelo plano de saúde do paciente.

Sobre o Dr. Cyro Masci:

Registrado no Cremesp com o número 39126 e qualificado como especialista em psiquiatria pelo CFM 9738, Dr. Cyro é autor de várias obras, incluindo “Perguntas e Respostas sobre Ansiedade” e “Síndrome do Pânico: Psiquiatria com Abordagem Médica Integrativa”, disponíveis na Amazon. Para mais informações sobre nossos serviços, vídeos educativos e artigos, visite nosso site em masci.com.br/ 

Contato:

A clínica está situada no Itaim Bibi, na Rua Tabapuã 41, conjunto 88, com disponibilidade de estacionamento com manobrista. Para agendar um horário, esclarecer dúvidas ou obter informações adicionais, estamos à disposição.

Atenciosamente,

Atendimento Clínica Dr. Cyro Masci

Abaixo, vídeo sobre o equipamento ES Complex que utilizamos na consulta inicial.

 

Variação nos níveis de cortisol em cada pessoa influencia a saúde de o bem-estar

Diferenças nos Níveis Basais de Cortisol

Como um maestro que rege uma orquestra, o cortisol dirige diversas funções vitais em nosso corpo, agindo silenciosamente nos bastidores. Os níveis basais de cortisol, ou a quantidade desse hormônio em estado de repouso, são a partitura pela qual o nosso corpo se guia em um dia comum, sem estressores imediatos. Esses níveis variam entre indivíduos como diferentes sinfonias, influenciados por uma combinação de fatores genéticos, ambientais e de estilo de vida.

Compreender essas diferenças auxilia a decifrar como respondemos ao estresse e as implicações disso para nossa saúde a longo prazo.

Fatores Genéticos

A genética pode ser vista como o código-fonte que programa o volume de cortisol que produzimos naturalmente. Enquanto alguns de nós podem estar predispostos a uma produção mais alta, criando uma resposta ao estresse mais intensa, outros podem ter níveis mais baixos, o que modula de forma diferente a nossa orquestração hormonal frente às adversidades.

Estilo de Vida e Ambiente

O palco onde vivemos — nosso ambiente e estilo de vida — também desempenha um papel fundamental na modulação dos níveis de cortisol. Manter uma rotina de sono regulada, praticar exercícios físicos e ter uma dieta equilibrada são como ensaios que preparam nossa orquestra interna para uma performance harmônica, mantendo os níveis de cortisol em equilíbrio.

Por outro lado, o estresse crônico é como uma sinfonia caótica que desafina nossa orquestra, levando a elevações crônicas nos níveis de cortisol, que podem ressoar negativamente em nossa saúde, contribuindo para condições como hipertensão e diabetes tipo 2.

Ciclo Circadiano

O ritmo diário do cortisol segue o ciclo circadiano, elevando-se como um crescendo pela manhã e diminuindo ao longo do dia até um suave decrescendo à noite. Distúrbios neste ciclo são como desafinar os instrumentos que compõem a nossa orquestra circadiana, impactando diretamente nossos níveis de energia e metabolismo.

Impacto do Estresse Crônico

Como uma tempestade que não passa, o estresse crônico mantém os níveis de cortisol perpetuamente elevados, o que pode desgastar nossa saúde como uma melodia tocada incessantemente em volume alto. A gestão do estresse é essencial para restaurar a harmonia interna e manter a saúde do nosso corpo-orquestra.

A Importância do Monitoramento dos Níveis de Cortisol na Psiquiatria

Na prática psiquiátrica, é fundamental considerar os níveis de cortisol, pois eles oferecem pistas valiosas sobre o estado emocional e físico dos pacientes. Como biomarcadores das sobrecargas e reguladores de muitas funções biológicas, esses níveis podem desempenhar um papel crucial no diagnóstico e tratamento de transtornos psiquiátricos. Monitorar o cortisol ajuda a modular a abordagem terapêutica, permitindo intervenções mais precisas que podem auxiliar a restaurar o equilíbrio mental e físico do paciente.

Saiba mais sobre: Qual a relação entre cortisol e ansiedade?

 

Receptores de Cortisol: os guardiões do equilíbrio hormonal

Os receptores de cortisol são como fechaduras específicas em células por todo o corpo, cada uma esperando pela chave certa – o cortisol – para desencadear reações vitais. Existem dois tipos principais desses receptores: glucocorticoides e mineralocorticoides, cada um desempenhando funções críticas em diferentes regiões do corpo.

Receptores de Glucocorticoides

Os receptores de glucocorticoides (GR) são amplamente distribuídos, encontrando-se em quase todas as células do corpo. Quando o cortisol se encaixa nestes receptores, ele age como um maestro entrando no núcleo da célula para dirigir a orquestra de genes, afinando as funções biológicas do corpo de várias maneiras:

  • Regulação do Metabolismo: Esses receptores ajudam a orquestrar a transformação de proteínas e gorduras em glicose, elevando os níveis de açúcar no sangue para preparar o corpo para a ação durante o estresse.
  • Resposta Inflamatória: Funcionam como bombeiros, apagando inflamações ao reduzir a produção de substâncias inflamatórias e moderar a atividade do sistema imunológico.
  • Função Imunológica: Eles mantêm o sistema imunológico em equilíbrio, prevenindo reações exageradas que podem danificar o próprio corpo, uma defesa essencial especialmente em condições autoimunes.
  • Efeitos no Sistema Nervoso: No palco do cérebro, esses receptores influenciam memória, humor e cognição, ajudando a consolidar memórias durante picos de estresse agudo, enquanto níveis elevados prolongados podem desafinar essas capacidades.

Receptores de Mineralocorticoides

Os receptores de mineralocorticoides (MR) são mais exclusivos, localizados em áreas-chave como rins, coração e cérebro. Eles têm alta afinidade pelo cortisol e desempenham papéis cruciais, tais como:

  • Regulação do Equilíbrio de Sal e Água: Nos rins, esses receptores ajudam a ajustar o volume de fluidos e a pressão arterial, controlando a retenção de sódio e a excreção de potássio.
  • Resposta ao Estresse: No cérebro, eles são como sensores ajustando o termostato do eixo Hipotálamo-Hipófise-Adrenal, afinando a resposta ao estresse.
  • Função Cardiovascular: No coração, podem tanto sustentar a saúde cardiovascular quanto, se excessivamente ativados, contribuir para condições como hipertensão e insuficiência cardíaca.

Interação entre Receptores de Glucocorticoides e Mineralocorticoides

Esses dois tipos de receptores, embora ligados ao cortisol, respondem de maneiras distintas devido às suas sensibilidades e localizações variadas, criando uma tapeçaria complexa de efeitos hormonais pelo corpo.

Importância Clínica dos Receptores de Cortisol

Compreender o papel dos receptores de cortisol é essencial para decifrar várias condições médicas, como a síndrome de Cushing, que é marcada por excesso de cortisol, levando a uma ampla gama de sintomas. Da mesma forma, os glucocorticoides sintéticos, como a prednisona, são usados para extinguir incêndios de inflamação, mas seu uso prolongado deve ser cuidadosamente gerenciado para evitar a sobreativação desses receptores.

Importância na Psiquiatria

Na prática psiquiátrica, a avaliação dos níveis de cortisol não é apenas útil; é imperativa. Como uma espécie de barômetro emocional e físico, o cortisol pode indicar estados de desequilíbrio que afetam a saúde mental. Um entendimento preciso dos receptores de cortisol e suas funções pode orientar tratamentos que visam restaurar o equilíbrio hormonal, crucial para abordagens terapêuticas em condições como depressão, ansiedade e estresse crônico. Assim, monitorar e compreender os níveis de cortisol é uma ferramenta poderosa na caixa de ferramentas do psiquiatra, essencial para o tratamento eficaz e a promoção do bem-estar mental.

 

 

Saiba mais sobre: Qual a relação entre cortisol e ansiedade?

Estresse e Compulsão Alimentar

A relação entre estresse e compulsão alimentar é um tema que desperta grande interesse, especialmente considerando o ritmo de vida acelerado que muitos enfrentam atualmente. Entender essa conexão pode ser crucial para quem busca melhorar sua saúde mental e física.

O Que é Compulsão Alimentar?

Entendendo a Compulsão Alimentar

A compulsão alimentar é um distúrbio que se manifesta pelo consumo de grandes quantidades de comida em um curto período, frequentemente acompanhado por sentimentos de culpa, vergonha e perda de controle. Este comportamento é muitas vezes desencadeado por fatores emocionais como estresse, ansiedade e depressão​.

No Brasil, aproximadamente 4,7% da população sofre de compulsão alimentar, uma taxa significativamente alta em comparação com a média global de 2,6%​​. Esse distúrbio pode levar a sérios problemas de saúde física e mental, incluindo ganho de peso excessivo, desenvolvimento de doenças crônicas como diabetes e até mesmo depressão​​.

Fatores Contribuintes

Diversos fatores podem contribuir para o desenvolvimento da compulsão alimentar, incluindo pressões sociais, padrões estéticos irreais, histórico de dietas restritivas e fatores genéticos. É importante reconhecer que a compulsão alimentar não é uma questão de falta de disciplina ou força de vontade, mas sim um transtorno mental complexo que requer compreensão e tratamento adequado​​.

Sinais e Sintomas

Identificar a compulsão alimentar pode ser desafiador, mas alguns sinais são bastante característicos:

  1. Consumo Alimentar Excessivo: Comer grandes quantidades de comida em curtos períodos, mesmo sem fome.
  2. Comer em Segredo: Consumir alimentos longe dos olhos dos outros para evitar julgamentos.
  3. Armazenamento de Comida: Guardar alimentos para futuras crises de compulsão.
  4. Sentimentos de Culpa: Sentir vergonha e culpa após os episódios de compulsão​.

Tratamento e Prevenção

O tratamento da compulsão alimentar geralmente envolve uma abordagem multidisciplinar, incluindo acompanhamento psicológico e nutricional. É essencial tratar as questões emocionais subjacentes que desencadeiam os episódios de compulsão, além de adotar uma reeducação alimentar orientada por profissionais da saúde​.

Para prevenir a compulsão alimentar, é importante promover um ambiente que incentive escolhas alimentares saudáveis e equilibradas desde a infância. Praticar atividades físicas, manter uma hidratação adequada, não pular refeições e ter um sono de qualidade também são medidas preventivas eficazes​.

Histórias de Superação

Exemplos reais podem inspirar e trazer esperança. Recentemente, a modelo Yasmin Brunet compartilhou sua luta contra a compulsão alimentar no reality show Big Brother Brasil, aumentando a visibilidade e a conscientização sobre o tema. Seu relato tocante ajudou muitos a entenderem que não estão sozinhos e que buscar ajuda é um passo crucial​.

Ao enfrentarmos juntos a compulsão alimentar, podemos criar um futuro onde todos tenham uma relação saudável e equilibrada com a comida. Se você ou alguém que conhece está enfrentando esse problema, não hesite em buscar apoio profissional.

A Conexão Entre Estresse e Alimentação

O estresse é uma resposta natural do organismo a situações desafiadoras ou ameaçadoras. Nesses momentos, o corpo libera hormônios como cortisol e adrenalina, preparando-nos para enfrentar a situação. No entanto, quando o estresse se torna crônico, esses hormônios podem afetar negativamente nossos hábitos alimentares e, consequentemente, nossa saúde.

Impactos do Estresse na Alimentação

O estresse pode desencadear diversas mudanças no comportamento alimentar:

  1. Aumento do Apetite e Consumo de Alimentos Não Saudáveis: Muitas pessoas tendem a buscar conforto em alimentos ricos em calorias e pouco nutritivos, como doces e fast-food. Esses alimentos proporcionam uma sensação temporária de alívio, mas a longo prazo podem prejudicar a saúde​.
  2. Perda de Apetite: Em contraposição, alguns indivíduos podem perder o apetite, resultando em perda de peso e deficiências nutricionais​​.
  3. Compulsão Alimentar: O estresse pode levar à compulsão alimentar, onde a pessoa ingere grandes quantidades de alimentos, muitas vezes de forma descontrolada​.

Efeitos a Longo Prazo

A exposição contínua ao estresse e os hábitos alimentares inadequados podem resultar em:

  • Obesidade: O consumo excessivo de alimentos calóricos e o metabolismo afetado pelo estresse contribuem para o ganho de peso​​.
  • Doenças Crônicas: Problemas como diabetes tipo 2, hipertensão e doenças cardíacas podem se desenvolver devido à má alimentação induzida pelo estresse​.

Estratégias para Lidar com o Estresse

Para manter uma alimentação equilibrada e saudável, é essencial adotar algumas práticas:

  1. Praticar Exercícios Físicos: Atividades como caminhar, nadar ou praticar yoga ajudam a reduzir os níveis de estresse e melhoram o humor​​.
  2. Estabelecer Rotinas Relaxantes: Incorpore atividades como meditação e respiração profunda na sua rotina diária​​.
  3. Buscar Apoio Social: Conversar com amigos, familiares ou profissionais pode aliviar a tensão emocional​​.

O Papel do Cortisol

O cortisol, amplamente conhecido como o hormônio do estresse, desempenha um papel crucial na nossa resposta ao estresse e, consequentemente, no comportamento alimentar. Em situações de estresse, os níveis de cortisol aumentam, o que pode levar a um apetite elevado e à preferência por alimentos ricos em açúcar, gordura e sal.

Este mecanismo ocorre porque esses alimentos ativam os centros de recompensa do cérebro, proporcionando uma sensação temporária de alívio e prazer.

O Impacto do Estresse na Alimentação

Estudos indicam que pessoas que enfrentam altos níveis de estresse tendem a desenvolver comportamentos alimentares emocionais. Isso significa que elas podem comer mais em resposta a emoções negativas, como ansiedade e tristeza.

Um estudo da Harvard Brain Science Initiative revelou que indivíduos emocionalmente comedores apresentavam níveis significativamente elevados de ansiedade e cortisol em resposta a tarefas estressantes, em comparação com aqueles que não comiam por emoção.

Além disso, a ativação reduzida nas regiões cerebrais associadas à recompensa, como o núcleo accumbens, foi observada em comedores emocionais, o que pode explicar o comportamento de comer para compensar a falta de prazer percebido.

A Influência do Cortisol na Escolha dos Alimentos

O cortisol não apenas aumenta o apetite, mas também modifica a preferência alimentar. Sob o efeito desse hormônio, há uma tendência maior de consumir alimentos calóricos e palatáveis, como doces e alimentos gordurosos. Estes alimentos ajudam a reduzir temporariamente os níveis de estresse, criando um ciclo vicioso de alimentação compulsiva e aumento de peso.

Estatísticas Relevantes

Segundo o IBGE, mais de 5 milhões de crianças no Brasil sofrem de desnutrição, destacando a importância de compreender e controlar os fatores que influenciam nossos hábitos alimentares.

Além disso, um estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism mostrou que os níveis de cortisol podem ser um indicador significativo do risco de obesidade e distúrbios alimentares.

Mecanismos Psicológicos

Você já parou para pensar como o estresse pode impactar não apenas nosso corpo, mas também nossa mente e emoções? É um fato que merece atenção especial. O estresse, além de seus conhecidos efeitos biológicos, pode desencadear uma série de problemas de saúde mental e emocional, um deles sendo a compulsão alimentar.

Muitas pessoas, ao se depararem com emoções negativas como ansiedade, tristeza ou frustração, recorrem à comida como uma válvula de escape. Esse comportamento, embora possa oferecer um alívio temporário, traz consigo consequências importantes para a saúde.

Imagine a comida como um amigo que oferece conforto num momento de necessidade, mas que, infelizmente, não resolve os problemas de fundo.

Dados recentes mostram que esse padrão de comportamento é mais comum do que pensamos. Segundo estudos, uma parcela significativa da população busca na alimentação uma forma de enfrentamento para suas angústias diárias. Contudo, é crucial entender que essa solução é temporária e pode levar a problemas mais graves no longo prazo.

Vamos olhar mais de perto como esses mecanismos psicológicos funcionam:

  1. Compulsão Alimentar: Quando o estresse se torna insuportável, muitas pessoas encontram na comida uma maneira de aliviar a tensão. Esse hábito pode proporcionar uma sensação momentânea de bem-estar, mas geralmente é seguido por sentimentos de culpa e arrependimento.
  2. Emoções e Alimentação: A comida pode funcionar como um consolo emocional, proporcionando uma fuga dos sentimentos negativos. Contudo, essa prática pode criar um ciclo vicioso, onde a pessoa depende cada vez mais da comida para lidar com suas emoções.
  3. Impactos a Longo Prazo: A utilização da comida como mecanismo de defesa pode levar a problemas de saúde, como obesidade, diabetes e outras complicações relacionadas ao peso.

Para que possamos ajudar a reverter esse quadro, é fundamental promover o conhecimento e a compreensão desses processos. Investir em estratégias de enfrentamento saudáveis, como a prática de atividades físicas, meditação e o apoio psicológico, pode ser o caminho para uma vida mais equilibrada e saudável.

Imagine um futuro onde podemos lidar com nossas emoções de maneira construtiva e positiva. Esse é o objetivo que todos devemos almejar, construindo juntos um caminho de esperança e confiança em um futuro melhor.

Ciclo Vicioso

Imagine um cenário em que você busca consolo em alimentos após um dia estressante. Inicialmente, parece uma solução para aliviar a tensão, mas logo surge um sentimento de culpa e vergonha pelo excesso de comida ingerida. Este é o retrato de um ciclo vicioso, onde a comida se torna tanto a solução quanto o problema.

A compulsão alimentar, ou transtorno de compulsão alimentar periódica (TCAP), é um desafio que atinge milhões de brasileiros. Dados da Associação Brasileira de Estudos sobre Obesidade (ABESO) indicam que cerca de 4% da população sofre com esse transtorno, sendo mais comum em mulheres.

O Ciclo Vicioso da Compulsão Alimentar

  1. Estresse como Gatilho: O estresse é uma resposta natural do corpo a situações desafiadoras. No entanto, quando se torna crônico, pode desencadear comportamentos alimentares desordenados. Estudos mostram que o cortisol, hormônio liberado em resposta ao estresse, aumenta o apetite e a preferência por alimentos ricos em gordura e açúcar.
  2. Alívio Temporário: Comer pode proporcionar um alívio momentâneo ao estresse, já que certos alimentos podem aumentar os níveis de serotonina, o “hormônio da felicidade”. No entanto, essa sensação é temporária e frequentemente seguida por sentimentos de culpa e vergonha.
  3. Sentimento de Culpa: Após um episódio de compulsão alimentar, muitas pessoas se sentem envergonhadas e culpadas pelo excesso. Esse sentimento negativo pode aumentar ainda mais o estresse, reiniciando o ciclo vicioso.
  4. Perpetuação do Ciclo: A combinação de estresse, compulsão alimentar e culpa pode se transformar em um círculo difícil de romper. Sem intervenções adequadas, como terapia cognitivo-comportamental, apoio psicológico e mudanças no estilo de vida, a pessoa pode se sentir presa nesse ciclo prejudicial.

Intervenções e Esperança

Romper esse ciclo exige um olhar atento e acolhedor. Especialistas recomendam:

  • Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Esta abordagem ajuda a identificar e modificar padrões de pensamento negativos e comportamentos associados ao estresse e à compulsão alimentar.
  • Apoio Psicossocial: Grupos de apoio e orientação nutricional podem proporcionar um espaço seguro para compartilhar experiências e estratégias.
  • Práticas de Mindfulness: Técnicas de mindfulness e meditação podem ajudar a reduzir o estresse e melhorar a relação com a comida.

É crucial lembrar que buscar ajuda não é um sinal de fraqueza, mas de coragem e cuidado consigo mesmo. Ao reconhecer os sinais e procurar apoio, cada indivíduo pode encontrar caminhos para uma vida mais equilibrada e saudável.

Estratégias para Quebrar o Ciclo

  1. Reconhecimento e Consciência: O primeiro passo é reconhecer que o estresse está influenciando os hábitos alimentares. Manter um diário alimentar pode ajudar a identificar padrões e gatilhos.
  2. Gestão do Estresse: Técnicas como meditação, exercícios físicos, respiração profunda e yoga podem ajudar a reduzir os níveis de estresse e, consequentemente, diminuir a compulsão alimentar.
  3. Alimentação Consciente: Praticar a alimentação consciente envolve prestar atenção ao que se come, saboreando cada mordida e reconhecendo sinais de fome e saciedade. Isso pode ajudar a reduzir episódios de compulsão.
  4. Apoio Profissional: Consultar um psicólogo ou nutricionista pode ser extremamente benéfico. Terapias cognitivo-comportamentais, por exemplo, têm mostrado eficácia no tratamento da compulsão alimentar.
  5. Construção de um Sistema de Suporte: Ter amigos ou familiares para conversar e apoiar pode fazer uma grande diferença na gestão do estresse e dos comportamentos alimentares.

Em conclusão, a relação entre estresse e compulsão alimentar é complexa e multifacetada. Compreender como o estresse influencia os hábitos alimentares é fundamental para desenvolver estratégias eficazes de enfrentamento.

Ao adotar práticas de gestão do estresse e buscar ajuda profissional quando necessário, é possível romper o ciclo vicioso da compulsão alimentar e promover um estilo de vida mais saudável e equilibrado.

Para saber mais sobre Compulsão Alimentar acesse: Compulsão Alimentar: Quando a Comida se Torna um Desafio

Redução da Pressão Arterial

A pressão arterial elevada, ou hipertensão, é uma condição comum que pode levar a problemas graves de saúde, como doenças cardíacas e derrames. A boa notícia é que práticas simples, como a respiração profunda, podem ter um impacto significativo na redução da pressão arterial. Este texto explora como a respiração profunda contribui para a redução da pressão arterial, apoiando-se em evidências científicas.

Como a Respiração Profunda Funciona

A respiração profunda, também conhecida como respiração diafragmática ou abdominal, envolve a inalação lenta e profunda pelo nariz, permitindo que o abdômen se expanda, seguida de uma exalação controlada. Esta prática ativa o sistema nervoso parassimpático, que ajuda a acalmar o corpo e a mente.

Mecanismos de Redução da Pressão Arterial

  1. Ativação do Sistema Nervoso Parassimpático:

    • Quando você respira profundamente, seu corpo entra em um estado de relaxamento. Isso é devido à ativação do sistema nervoso parassimpático, que contrabalança o sistema nervoso simpático responsável pela resposta ao estresse. A diminuição da atividade simpática resulta em uma redução da frequência cardíaca e da pressão arterial.
  2. Redução dos Níveis de Cortisol:

    • O cortisol é conhecido como o “hormônio do estresse”. Níveis elevados de cortisol estão associados ao aumento da pressão arterial. A respiração profunda ajuda a diminuir a produção de cortisol, promovendo um estado de calma e relaxamento, o que contribui para a redução da pressão arterial.
  3. Melhora da Função Vascular:

    • Estudos indicam que a respiração profunda pode melhorar a função dos vasos sanguíneos, facilitando a dilatação e o fluxo sanguíneo. Isso é crucial para manter a pressão arterial em níveis saudáveis.

Evidências Científicas

Um estudo realizado por Nijjar et al. (2014) demonstrou que a prática regular de respiração lenta e profunda está associada à redução da pressão arterial em indivíduos com hipertensão. Os participantes que praticaram respiração profunda mostraram uma diminuição significativa nos níveis de pressão arterial, atribuída à redução da atividade simpática e ao aumento da atividade parassimpática (Nijjar et al., 2014).

Aplicação Prática

Para incorporar a respiração profunda na sua rotina diária, siga estes passos simples:

  1. Encontre um lugar tranquilo: Sente-se ou deite-se confortavelmente em um lugar onde você não será interrompido.
  2. Inspire profundamente pelo nariz: Deixe seu abdômen se expandir, enchendo os pulmões de ar.
  3. Expire lentamente pela boca ou pelo nariz: Libere o ar de forma controlada, permitindo que o abdômen se contraia.
  4. Repita: Faça isso por 5 a 10 minutos, duas vezes ao dia.

Por isso, a respiração profunda é uma técnica simples, mas poderosa, que pode ajudar a reduzir a pressão arterial. Incorporar esta prática na sua rotina diária pode promover uma saúde cardiovascular melhor e contribuir para uma sensação geral de bem-estar. Se você sofre de hipertensão, considere adicionar exercícios de respiração profunda ao seu regime de cuidados de saúde.

Informações Sobre Atendimento na Clínica do Dr. Cyro Masci

O Dr. Cyro Masci é médico (CRMSP: 39126) especialista em psiquiatria (Registro de Qualificação no Conselho Federal de Medicina: 9738), reconhecido por sua abordagem personalizada ao tratamento. Ele prioriza identificar as causas fundamentais dos problemas de saúde mental ao invés de apenas tratar os sintomas visíveis. Sempre que possível, opta por medicamentos orgânicos como fitoterapia, homotoxicologia e nutracêuticos, que tendem a apresentar menos efeitos colaterais comparados aos medicamentos psiquiátricos tradicionais.

Consulta:

A consulta tem um valor atual de R$ 1000,00 (mil reais), e como parte integrante dessa primeira consulta, oferecemos, sem custo adicional, uma avaliação com o equipamento Poliscan ES Complex (veja vídeo abaixo), que auxilia na identificação inicial de potenciais problemas, totalizando assim aproximadamente uma hora de avaliação.

Ressaltamos que nosso atendimento se inicia preferencialmente com uma consulta presencial, permitindo-nos realizar uma avaliação completa e personalizada. Em situações onde não haja possiblidade de locomoção realizamos atendimento à distância, on line.

Processo Diagnóstico:

Se forem necessários exames adicionais para conclusão do diagnóstico, o Dr. Cyro oferecerá uma consulta de retorno sem custos adicionais dentro de 30 dias para discutir os resultados. Este compromisso reforça nossa dedicação a um acompanhamento minucioso do paciente. As consultas subsequentes geralmente ocorrem mensal ou bimestralmente no início do tratamento e se tornam menos frequentes à medida que o paciente progride até a conclusão.

Estratégia de Tratamento:

Nosso tratamento visa ser o mais orgânico, fisiológico e multimodal possível, combinando nutracêuticos, homeopatia, homotoxicologia e fitoterápicos. Quando necessário, utilizamos também medicamentos alopáticos, frequentemente integrados à terapia orgânica para minimizar o uso de fármacos tradicionais. A escolha do tratamento é baseada em uma avaliação detalhada durante a consulta.

Política de Convênios Médicos:

Não atendemos por convênios médicos, mas fornecemos recibos para reembolso parcial ou total pelo plano de saúde do paciente.

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Registrado no Cremesp com o número 39126 e qualificado como especialista em psiquiatria pelo CFM 9738, Dr. Cyro é autor de várias obras, incluindo “Perguntas e Respostas sobre Ansiedade” e “Síndrome do Pânico: Psiquiatria com Abordagem Médica Integrativa”, disponíveis na Amazon. Para mais informações sobre nossos serviços, vídeos educativos e artigos, visite nosso site em masci.com.br/ 

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A clínica está situada no Itaim Bibi, na Rua Tabapuã 41, conjunto 88, com disponibilidade de estacionamento com manobrista. Para agendar um horário, esclarecer dúvidas ou obter informações adicionais, estamos à disposição.

Atenciosamente,

Atendimento Clínica Dr. Cyro Masci

Abaixo, vídeo sobre o equipamento ES Complex que utilizamos na consulta inicial.

 

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